Número total de visualizações de página

segunda-feira, 29 de março de 2010

CRIME SUBIU MAIS DE 5%, CORRIGE CDS OS DADOS DO GOVERNO

O CDS-PP acusa o Governo de estar a esconder os verdadeiros números da criminalidade em Portugal, Nuno Magalhães criticou este domingo em conferência de imprensa a leitura que o executivo fez do relatório Anual de Segurança Interna divulgado a semana passada.

O antigo secretário de Estado da Administração Interna sublinhou que nos últimos dois anos o crime total subiu mais de 5%.

“Diz o Governo que a criminalidade total desceu 1.2% em relação ao ano passado. O que não diz é que este valor é segundo mais alto da década – só ultrapassado pelo ano passado - que foi o pior. Não diz que se este ano baixou, o que é facto que o ano passado tinha aumentado 7%, o quer dizer que nos últimos dois anos [sob a tutela do ministro Rui Pereira] o crime total em Portugal subiu 5,8%”.

A critica surge no âmbito do relatório anual de segurança interna, em que o CDS-PP criticou a não discriminação da criminalidade por distritos e chamou também à atenção para a subida da ordem dos 60% do crime de associação criminosa.

O CDS deixa ainda o alerta de que os dois mil novos polícias anunciados pelo Governo só vão estar disponíveis em meados de 2011.

Nuno Magalhães criticou o facto de o exectivo ter usado a expressão "imediatamente” para anunciar a entrada de 2000 novos agentes para a PSP e GNR.

"Em 2010, não vai haver uma única entrada na PSP e GNR, mas, em contrapartida, haverá reformas e aposentações”, salientou o deputado, acrescentando que o Governo não levou em linha de conta a proposta do CDS, aquando do Orçamento de Estado, para que fosse efectivado de imediato o processo para entrada de novos elementos policiais.

PAULO PORTAS CRITICA "ERRO DE PLANEAMENTO" NA ABERTURA DE CONCURSOS PARA POLÍCIAS

O líder centrista, Paulo Portas, criticou esta segunda-feira o "erro de planeamento" na abertura de concursos para entrada de novos elementos na PSP e GNR, sublinhando que o efetivo policial vai ser reduzido este ano.

Paulo Portas, que visitou a esquadra da Reboleira na Amadora, manifestou uma "preocupação muito séria pelo facto de, por erro de planeamento", não haver "um único polícia a entrar na PSP ou um único guarda a entrar na GNR" em 2010, apesar de haver aposentações.


"No final do ano, vamos ter um efetivo mais pequeno perante uma criminalidade preocupante", garantiu o presidente do CDS-PP, lamentando que "o governo venha dizer que vão abrir um concurso para 2000 pessoas em 2010 sem dizer a verdade aos cidadãos".

Paulo Portas explicou que são necessários pelos menos 16 meses para que alguém se torne polícia: sete meses para o concurso e mais nove para treino e instrução.

"Se abrirmos o concurso em abril só daqui a 16 meses é que os agentes da PSP e os guardas da GNR estarão efetivamente na rua. Por este erro de planeamento, o país vai ficar com menos polícia e com menos segurança".

O dirigente do CDS-PP voltou também a apelar à necessidade de haver julgamentos mais rápidos para quem é detido em flagrante delito, referindo que na Amadora, das 1200 detenções anuais, 700 são em flagrante delito.

"Se conseguirmos que as detenções em flagrante delito conduzam a um sistema de justiça rápida em que o delinquente é obrigatoriamente julgado nas 48 horas seguintes, o país começa a confiar no sistema judicial e a polícia tem razão para acreditar que correr risco de vida vale a pena, pela segurança de outros".

Rendimento mínimo: "Eles são bem gordinhos podem bem trabalhar"

Maria O. tem 66 anos e esta segunda-feira "vestiu-se à pressa" quando soube que Paulo Portas estava na esquadra da PSP da Reboleira. Dona-de-casa transmontana diz que não aguenta mais "os romenos" e pede aos jornalistas para não divulgarem o seu nome. "Se não ainda me matam", desabafa. Maria aponta o dedo, nervosa e indignada, e protesta contra o rendimento mínimo. Vê em Paulo Portas a esperança de Justiça e desabafa: "Eles são bem gordinhos podem bem trabalhar".

"Os romenos. A gente não pode aguentar uma coisa destas. É para o senhor falar lá com o primeiro-ministro, se ele viesse aqui, eu ia presa que eu tratava-o mal. Eu nem o posso ver. Tenho-lhe uma raiva que não o posso ver", disse ao líder do CDS- PP.

"Vesti-me à pressa para me queixar ao Portas", afirma revoltada, mas ressalva sempre: "Eu não sou contra a imigração. Não sou contra quem trabalha. Quem trabalha tem direito. Mas eles são homens e mulheres novas, são bem gordinhos, podem bem trabalhar. Mas só sabem ocupar os apartamentos e dar cabo de tudo", desabafa ao tvi24.pt.

Paulo Portas no final da reunião com o comandante da esquadra ouviu os desabafos de Maria. "Fez muito bem em falar comigo. Sabe o que tenho dito sobre o rendimento mínimo, não sabe?", pergunta o líder que atentamente pega na mão da idosa na tentativa de acalmar. Mas não é fácil calar a revolta de Maria.

"Eles tão a ganhar 500 euros, disse-me uma delas no outro dia. Eu trabalhei vinte anos, fui reformada, estou a ganhar 250 euros, aumentaram-me três euros, e eles estão a ganhar 500 euros e nunca fizeram descontos, nem para a Caixa, nem para nada", contesta.

terça-feira, 23 de março de 2010

Comunicado CDS-PP : Estatuto do aluno


"Como tantas vezes tem sucedico, o Governo acaba de dar razão, mais uma vez, ao CDS. Com dois anos de atraso...

Refiro-me ao reconhecimento, pela Ministra da Educação, de que o Estatuto do Aluno contém vários erros e precisa de ser revisto. Precisamente o contrário do que dizia a anterior Ministra da Educação! Não deixa de ser curioso que o primeiro-ministro seja o mesmo...

O CDS tem trabalhado bastante na área da Educação. Por isso mesmo, somos o primeiro partido a entregar, no Parlamento, uma revisão profunda do Estatuto do Aluno. Queremos ultrapassar aquele modelo socialista - "Não há faltas injustificadas, não há retenções, o que interessa é o sucesso estatístico" - por outro modelo, que assenta na assiduidade, no esforço, no mérito e na autoridade do professor."

Paulo Portas

quarta-feira, 17 de março de 2010

CDS vai propor revisão Estatuto do Aluno para valorizar assiduidade dos alunos e autoridade dos professores

O CDS-PP vai apresentar um projeto de revisão do Estatuto do Aluno prevendo que a "falta de assiduidade" pode "comprometer um ano escolar", anunciou o líder democrata cristão, Paulo Portas.

"A assiduidade é um valor importante na escola e depois na vida. Se não foi importante ser assíduo na escola, dificilmente se lida a seguir com o fato de ser importante ter assiduidade no trabalho", defendeu Paulo Portas, em declarações aos jornalistas no final de uma visita à escola secundária das Olaias, Lisboa.

O diploma do CDS-PP para rever o Estatuto do Aluno, que deverá ser apresentado esta semana, consagrará "que a falta de assiduidade pode comprometer um ano escolar", disse.

A proteção da "autoridade do professor", a reposição da distinção entre falta justificada e falta injustificada, a consagração de "um processo disciplinar rápido" e o "poder de, em algumas circunstâncias mais violentas, se fazer uma suspensão imediata" do aluno, serão também previstos no projeto do CDS-PP, disse.

"O professor tem que estar protegido legalmente se tiver que fazer uma participação", defendeu, acusando o Governo anterior de ter aprovado um Estatuto do Aluno que "fracassou completamente".


CDS com Diário IOL.pt

sexta-feira, 12 de março de 2010

Há cada vez mais gente a pensar como nós!

É o reconhecimento do trabalho do CDS-PP!!!
Vão mesmo ter que concluir que há cada vez mais gente a pensar como nós! :)))
Cabe a nós a tarefa de fazer ainda mais pessoas pensarem e agirem CDS!


Sondagem: CDS de Portas em alta

Partido de Paulo Portas é o que mais sobe no Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença deste mês.

Com uma subida de 1,2 pontos face ao mês anterior, o CDS/PP consegue no Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença deste mês 14,8% das intenções de voto.

O partido de Paulo Portas destaca-se assim claramente como a terceira maior força política em Portugal, deixando BE (8,8%) e CDU (8,4%) a larga distância.

PS e PSD, as duas maiores forças, mantém a relação de forças. Os socialistas com 36,9% dos votos, descendo 1,2 pontos, e os sociais-democratas com 26,2% da preferência dos portugueses.

No último mês na liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite continua assim a não conseguir interverter uma tendência negativa e não aproveita o desgaste político a que têm estado sujeitos José Sócrates e o seu Governo.

Nota: Os valores globais estão entre parêntesis. A projecção resulta do exercício meramente matemático, presumindo que os inquiridos que responderam "NS/NR" (20,5%) se abstém. As setas significam: subiu(seta azul) ou desceu (seta vermelha) em relação à sondagem do mês anterior.


FICHA TÉCNICA

Estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 4 a 9 de Fevereiro de 2010. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,5%; A.M. do Porto - 14,4%; Centro - 29,8%; A.M. de Lisboa - 25,6%; Sul - 9,7%), num total de 1025 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1236 tentativas de entrevistas e, destas, 211 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. Foram validadas 1025 entrevistas, correspondendo a 82,9% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo (feminino - 51,2%; masculino - 48,8%) e, no que concerne à faixa etária (dos 18 aos 30 anos - 19,7%; dos 31 aos 59 - 51,4%; com 60 anos ou mais - 28,9%). O erro máximo da amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

quarta-feira, 10 de março de 2010

DIOGO FEIO DESAFIA SOCIALISTAS EM LISBOA E ESTRASBURGO A APROVAREM NOVAS REGRAS PARA MICRO EMPRESAS

O eurodeputado Diogo Feio, do CDS-PP, defendeu esta terça-feira a importância da adopção de novas regras contabilísticas para as micro empresas, desafiando os deputados socialistas, quer em Estrasburgo, quer em Lisboa, a aprovarem uma proposta rejeitada pelo Governo português.
Em causa está uma proposta, que o CDS defende tanto no Parlamento Europeu como na Assembleia da República, com vista a isentar de obrigação contabilística geral pequenas empresas, que em média, durante o ano, tenham menos de 10 funcionários e cujos volumes de balanço e volumes de negócios não sejam muito altos.

Atendimento

Informo ainda que no próximo dia 5 de Abril o Deputado Filipe Lobo d'Ávila retomará a tradição dos Deputados do distrito de Santarém de realizar atendimento aos habitantes do distrito. O local será no Governo Civil sendo que estará nesse local, atendendo à sua agenda parlamentar, as 1ªs segundas-feiras de cada mês.

visita ao distrito

Na próxima Segunda-Feira, dia 15 de Março, o Deputado do CDS-PP eleito pelo distrito de Santarem, Filipe Lobo d'Ávila, estará em visita ao distrito na tomada de posse do novo Conselho Directivo do Instituto Politécnico de Santarém e irá também estar no Jornal O Mirante.

segunda-feira, 8 de março de 2010

PEC: CDS REMETE POSIÇÃO PARA O FINAL DA SEMANA, DEPOIS DE "AVALIAÇÃO RIGOROSA"

O líder do CDS-PP remeteu esta segunda-feira para o final desta semana uma posição do partido relativamente ao Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), após uma “avaliação rigorosa, precisa e exata” do documento.

No final de uma audiência com o primeiro ministro, José Sócrates, Paulo Portas adiantou que os méritos do programa agora apresentado aos partidos políticos será aferido à luz da “ambição” relativamente a “outro crescimento económico”.

“O CDS vai fazer uma avaliação rigorosa, precisa e exata do documento que hoje recebeu e estaremos em condições para fazer uma avaliação pública e política deste documento no final desta semana. Nós gostamos de trabalhar com profundidade e com rigor e com exatidão. Não nos peçam comentários a um texto que acabámos de receber”, disse.

Salientando que o CDS-PP colocou um “conjunto vasto de perguntas” ao Governo, Paulo Portas adiantou: “não obtivemos todas as respostas que desejávamos”.

O líder do CDS-PP referiu que expôs o que considerou ser a “pedra de toque nuclear” da avaliação democrata cristã ao documento.

“A pedra de toque nuclear do CDS na avaliação deste documento tem a ver com a ambição de termos outro crescimento económico maior e gerador de emprego, que confie não na despesa do Estado, mas na criação de emprego e na criação de riqueza, sobretudo pelas PME, que são o centro da nossa economia”, salientou.

O líder do CDS-PP defendeu ainda que o país “vive com um modelo de crescimento económico muito escasso e que não gera emprego”, apresentando ainda um “sério problema de endividamento e um défice alto demais”.

“É evidente que há uma crise internacional. Mas é também evidente que sofrendo a mesma crise internacional, há países que estão melhor do que nós. O que significa que o Governo é elevadamente responsável pela situação em que o país se encontra”, comentou.

E acrescentou: “A nossa máxima prioridade tem a ver com o crescimento económico. Ou a economia portuguesa cresce mais e mais depressa ou não deixaremos de empobrecer e não conseguiremos criar emprego. A nossa principal preocupação está com o modelo de crescimento e o nível de crescimento económico que é exíguo, escasso, empobrece o país, desvaloriza as suas empresas e contribui ativamente para o crescimento do desemprego”.

Para que o país não se transforme “um dia numa segunda Grécia”, Portugal tem agora de “dar os sinais suficientes e credíveis”.

O líder do CDS-PP, que encabeçou uma comitiva de cinco responsáveis do partido, afirmou ainda: “Somos patriotas e comportamo-nos em conformidade”.


CDS com SOL.pt

domingo, 7 de março de 2010


Acompanhe os passos do Deputado do Distrito de Santarém, Filipe Lobo d'Ávila, no Facebook aqui.

JP - Abrantes



Foi eleita no passado dia 21 de Fevereiro a Juventude Popular concelhia de Abrantes. A nova Presidente da comissão política, Sandra Silva, vê a sua eleição como o início de um longo trabalho.






Boa sorte para a Concelhia de Abrantes da Juventude Popular.

ESCOLAS: CDS FAZ RELATÓRIO SOBRE VIOLÊNCIA ESCOLAR, COM MEDIDAS DE COMBATE AO FENÓMENO

O líder do CDS-PP, Paulo Portas anunciou, este Sábado, em Fafe que pediu à deputada Teresa Caeiro a elaboração de um relatório sobre a violência em meio escolar, com propostas de medidas de combate ao fenómeno.

"Estão a aumentar as agressões a professores, os atos de violência dentro das escolas e nas suas imediações, o vandalismo em estabelecimentos escolares, o tráfico de droga nas escolas e também as agressões entre menores", afirmou.

O líder centrista sustentou que "não é boa política fazer de conta que nada disto existe", defendendo que "é preciso tomar medidas para que a escola seja um lugar de excelência, de cultura e de conhecimento e nunca de violência".

Disse que o relatório de Teresa Caeiro "vai comparar os regimes jurídicos existentes noutros países e propor um conjunto de medidas que sirvam para contrariar uma cultura irresponsável que favorece a violência nas escolas".

"O CDS é o único partido que aborda o problema da violência juvenil sem tabus e sem cedência ao politicamente correto", acrescentou, lamentando que os restantes partidos do arco parlamentar tenham rejeitado as propostas feitas sobre a matéria, como os da "proteção da autoridade dos professores nas escolas, da obrigação que o Estado tem de acompanhar a violência nas escolas e da imputabilidade dos menores".

Portas lamentou, por isso, que haja "um conjunto de partidos que acham sempre que nada se passa e têm uma visão idílica das coisas não conseguindo enfrentar a realidade".

Paulo Portas adiantou que, logo a seguir à aprovação do Orçamento de Estado, vai "pedir aos deputados do partido que vão de município em município, de terra em terra, dizer, de cabeça levantada, aquilo que o partido já fez na atual legislatura".

"Vamos dizer a quem nos elegeu que conseguimos suspender o Código Contributivo, que trazia aumento de impostos, que o IVA passou a ser reembolsado às empresas a 30 dias, que o Estado vai pagar juros de mora quando se atrasa, e que foi melhorado o subsídio de desemprego para casais com filhos e o orçamento da agricultura", afirmou.

Paulo Portas sublinhou que "há partidos que falam e há partidos que fazem", para dizer que "chegou a hora de mostrar aos cidadãos o que o CDS já fez, apesar de ter apenas 10,5 por cento dos votos".

Portas anunciou, ainda, que convocou, para quarta feira, uma reunião da Comissão Politica Nacional do partido para debater o Plano de Estabilidade e Crescimento, bem como duas iniciativas legislativas, entre elas a da violência nas escolas.


CDS com DN
[07-03-2010]

PEC: CDS SÓ TOMA POSIÇÃO "DEPOIS DE OUVIR O PRIMEIRO MINISTRO E DE LER O TEXTO", DIZ PAULO PORTAS

O líder do CDS-PP, Paulo Portas disse, este sábado, em Fafe que só tomará posição sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) "depois de ouvir o primeiro ministro e de ler o texto".

"Até ouvir da boca do primeiro ministro o que é o PEC não farei nenhum comentário", afirmou, frisando que "o assunto é sério demais para se estar a fazer comentários com base em especulações ou puras declarações".

Paulo Portas disse que só tomará posição, depois de ler o texto, e de "ouvir economistas, professores, empresários e sindicalistas e o próprio partido".


CDS com Visão.pt
[07-03-2010]