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terça-feira, 29 de junho de 2010

CDS DEFENDE AUMENTOS NAS PENSÕES MÍNIMAS


Com o congelamento do IAS, não é possível uma actualização das pensões mínimas, das pensões sociais e das pensões rurais - as mais baixas - , que atingem 95% dos 2,7 milhões de pensionistas. Para que seja possível um aumento das pensões, "pelo menos ao nível da inflação", é necessário "alterar da Lei do IAS", explica o deputado do CDS, Pedro Mota Soares.



Segundo o Líder Parlamentar do CDS, "é injusto que se congele as pensões destas pessoas que têm as prestações mais baixas". Opinião partilhada pela deputada do Bloco de Esquerda, Mariana Aiveca, que teme que, "não alterando a lei, a situação possa repetir-se ano após ano. Nestes momentos de crise ainda é pior", esclarece a parlamentar.



Para que a lei seja aprovada é necessário o consenso de toda a oposição. "O próprio governo já veio dizer que as pensões não vão ficar congeladas, por isso é necessário alterar a lei", acredita Pedro Mota Soares.



Esta quarta-feira é discutido o projecto-lei do CDS que pretende aumentar o valor das pensões mínimas, cujo valor está dependente do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), congelado pelo Programa de Estabilidade e Crescimento.

Segunda, 28 Junho 2010 11:48



CDS.online

quarta-feira, 23 de junho de 2010

PAULO PORTAS DEFENDE “SEPARAÇÃO DO TRIGO DO JOIO” NO RENDIMENTO MÍNIMO

O presidente do CDS voltou a defender esta quarta-feira a "separação do trigo do joio" na atribuição do Rendimento Social de Inserção, criticando o Governo por "prejudicar os pensionistas mais pobres" por "não fiscalizar" os que "abusam" do apoio social.

Numa visita a um Centro de Dia em Oeiras, Paulo Portas lembrou que o "rendimento mínimo está nos 17 por cento este ano", considerando que "está completamente fora de controlo, porque "há cada vez mais gente que recebe apoios sociais, há cada vez mais despesa social e não há separação do trigo e do joio".

"Por trigo entendo a verdadeira pobreza e por joio os que abusam dos apoios sociais", disse o líder do CDS.

Paulo Portas questionou também "porque é que para um idoso ter a comparticipação de um medicamento tem de comprovar os seus rendimentos num ano e um sujeito que dependa do rendimento mínimo e que se calhar nem quer trabalhar basta comprovar no último dia do mês".

"Não deixarei que o Governo por tecnocracia e até alguma cegueira pretende prejudicar o acesso aos pensionistas mais pobres", disse o presidente do CDS-PP.

Paulo Portas voltou a defender que "não seja possível receber o rendimento mínimo e cometer crimes", referindo-se a um projecto-lei do CDS com o objectivo de impedir o acesso ao Rendimento Social de Inserção de pessoas com cadastro.

O presidente do CDS exigiu ao Governo também a "verdadeira fiscalização do rendimento mínimo".

Quarta, 23 Junho 2010 15:12

CDS com DD

domingo, 20 de junho de 2010

PAULO PORTAS DENUNCIA: ATÉ 22 DE MAIO OS PORTUGUESES ANDAM A TRABALHAR PARA PAGAR O ESTADO


O Presidente do CDS-PP demonstrou este sábado, à noite que os portugueses estão a trabalhar mais para financiarem o Estado.

Paulo Portas disse que, "a prova de que em Portugal a carga fiscal passou o limite do tolerável é dada por um indicador criado pela Universidade Nova. Chama-se Dia da Libertação Fiscal e mede cientificamente quantos dias os portugueses trabalham só para pagar a despesa pública".

"Depois do aumento dos impostos esse dia avançou para 22 de Maio! Até 22 de Maio quem trabalha e investe não tira rendimento para si, para a família ou para os seus sonhos e projectos...só para o Estado, através dos impostos", denunciou.

"Alguém acredita que este caminho para a ruína é o bom caminho?" Esta pergunta foi feita em Anadia, pelo Líder do CDS-PP, Paulo Portas, perante um auditório cheio de militantes centristas.

CDS

Sábado, 19 Junho 2010 22:43

sábado, 19 de junho de 2010

CDS EXIGE MAIS FIRMEZA NO RENDIMENTO MÍNIMO E MAIS ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS


O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, anunciou hoje que o seu partido vai pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei do Governo 70/2010, que altera as regras de acesso e estabelece cortes nos apoios sociais.



"Fazemo-lo por uma razão de coerência e por uma razão de justiça", declarou Paulo Portas, em conferência de imprensa, no Parlamento.



O CDS-PP vai apresentar propostas para "contribuir para que a matéria relativa ao chamado rendimento mínimo fique bastante melhor e para evitar que se criem injustiças na matéria relativa ao acesso dos idosos aos cuidados de saúde", adiantou.



Paulo Portas especificou que o CDS-PP contesta que continue a ser possível "cometer crimes e receber o rendimento mínimo" ou "ter 100 mil euros na conta bancária" e receber esta prestação ou "colocar o tio ou a prima no rendimento mínimo para melhorar o subsídio".



"Nós achamos imoral que alguém ande com uma pistola na mão e, mesmo acusado, continue a receber o rendimento mínimo", disse.



Para o CDS-PP, "sem uma auditoria global a esta prestação social não se consegue separar o trigo do joio".



Quanto ao acesso dos idosos aos cuidados de saúde, Paulo Portas referiu que "o que está basicamente em causa é o pagamento das taxas moderadoras e a comparticipação dos remédios" por parte dos pensionistas, assinalando que se trata de pessoas que "têm uma carreira contributiva".



Os idosos são "a população mais exposta ao abandono, que tem maior idade e, portanto, maior dependência e que precisa de mais cuidados de saúde", disse.



O presidente do CDS-PP defendeu que, "salvo casos excepcionais, não é justo cortar aqui, e é mesmo duvidosamente praticável" um idoso fazer prova da sua condição de recursos de cada vez que vai comprar um medicamento.



"O CDS-PP fará proposta adequadas e justas para defender os pensionistas mais desfavorecidos, que são, em primeiro lugar, desde sempre, aqueles que nós consideramos que estão no topo da pobreza em Portugal", acrescentou.

Sexta, 18 Junho 2010 14:42


CDS com Lusa

quarta-feira, 16 de junho de 2010

CRIMES: CDS VAI CHAMAR DE URGÊNCIA MINISTRO JUSTIÇA AO PARLAMENTO


O presidente do CDS afirmou esta terça-feira que irá "averiguar a fundo" as suspeitas de manipulação estatística sobre a prática de crimes com armas de fogo e defendeu uma mudança urgente da lei das armas.

Paulo Portas falava em São Bento no final de uma audiência com o primeiro-ministro sobre a próxima cimeira europeia, quinta-feira, em Bruxelas.

Interrogado sobre a possibilidade de ter havido uma manipulação estatística do número de crimes cometido em Portugal com armas de fogo, o líder do CDS disse que irá "averiguar a fundo" essas notícias.

"Toda a gente sabe que a insegurança aumentou em Portugal, que a criminalidade se tornou mais violento, mais grupal, mais organizada e mais perigosa. Mas as leis portuguesas são condescendentes com o aumento da criminalidade", disse.

Segundo Paulo Portas, as leis portuguesas, em vez de protegerem a autoridade "dão sempre sucessivas oportunidades a quem comete crimes".

"Se o Governo, para disfarçar essa realidade, quiser apagar as estatísticas, em todo o caso não consegue apagar a verdade", advertiu.

O líder do CDS-PP adiantou ainda que vai propor uma alteração à lei das armas, que disse ter "tornado suspeitos – e mesmo quase criminosos – todas as pessoas que têm legalmente armas, por exemplo no universo da caça".

"Mas a lei não perseguiu um único bandido, que precisava de ser perseguido. A alteração da lei das armas prejudicou actividades económicas, como a caça, e não beneficiou o combate à criminalidade", acrescentou.

Já o deputado do Nuno Magalhães reagiu com "estupefacção e preocupação, mas sem surpresa", uma vez que "não é a primeira vez que este Governo em matéria de segurança e os documentos oficiais enviados para a Assembleia da República são objecto de omissões cirúrgicas".

Para o CDS-PP, "ou se trata de uma incompetência grosseira, que necessita ser investigada e sancionada, ou se trata de tentativa de manipulação dos números".

Nuno Magalhães disse, também, que há "uma coincidência cirúrgica", pois os números foram alterados desde 2005, ano em que o PS passou a governar o país e quando a criminalidade violenta começou a aumentar.

O deputado do CDS-PP exigiu uma "explicação rápida e exaustiva" e defendeu a abertura de um inquérito para se perceber o que aconteceu.

Terça, 15 Junho 2010 14:11

CDS com IOL.pt e DD

segunda-feira, 14 de junho de 2010

SEM A ECONOMIA A CRESCER NÃO HÁ FINANÇAS PÚBLICAS EQUILIBRADAS”, DIZ PAULO PORTAS

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou esta segunda-feira que “Portugal nunca terá finanças públicas equilibradas se não tiver uma economia a crescer”, ao comentar o aumento do número de falências de empresas e a taxa de desemprego.

À margem de uma visita a uma escola no Entroncamento, o líder do CDS-PP afirmou que “é prioritário colocar a economia portuguesa a crescer, olhar para as pequenas e médias empresas, olhar para os seus problemas de acesso ao crédito, para o funcionamento do sistema judicial, olhar para leis laborais que não favorecem a contratação e conciliar os interesses dos trabalhadores com os das empresas”.

“Só uma economia a crescer é que gera actividade, receita e emprego”, considerou Paulo Portas, afirmando também que o aumento do número de falências hoje anunciado e da taxa de desemprego “são indicadores de uma economia que, infelizmente, ainda permanece doente”.

“Fala-se muito de finanças públicas mas fala-se pouco de economia, fala-se pouco do aumento do número de falências de empresas e este ano, até abril, já foram registadas 1800 falências, uma subida de 10 por cento face ao ano passado”, salientou Paulo Portas, criticando ainda o Governo por não admitir há mais tempo o valor real da taxa de desemprego que, segundo confirmação dada hoje pela OCDE, é já de 10,8 por cento.

Apelando a uma aposta no estímulo ao crescimento económico, Paulo Portas disse que “aumentos de impostos indiscriminados não contribuem para o crescimento, contribuem para a contração da economia”.


Segunda, 14 Junho 2010 13:53

CDS com RTP

domingo, 13 de junho de 2010

AGRICULTURA: CDS FEZ PRESSÃO NA ALTURA CERTA PARA GOVERNO LIMITAR PRAZOS DE PAGAMENTOS AOS AGRICULTORES - PAULO PORTAS

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, considerou esta sexta-feira que o partido fez "a pressão certa, na altura certa", para que o Governo falasse numa nova lei de pagamentos a 30 dias ao agricultor.



"Já valeu a pena ter ido duas vezes à Feira da Agricultura e duas vezes ter feito pressão, esta semana, para que o Governo do PS se empenhasse num acordo mais justo entre a grande distribuição e os produtores agrícolas", diz Paulo Portas.



Portas alertou na quinta-feira para o "esmagamento do rendimento dos produtores, face às regras e condições impostas por alguns grupos na grande distribuição", nomeadamente "os prazos de pagamento excessivamente longos".

O ministro da Agricultura disse em Santarém, que está a trabalhar numa proposta de projeto lei para defender os agricultores em matéria de mercado, estabelecendo designadamente um limite máximo de 30 dias para os pagamentos.



O presidente do CDS-PP aconselhou o ministro António Serrano "a pensar, de modo mais justo, nos prazos de pagamento das grandes superfícies aos agricultores" e a rever os prazos de pagamento do Estado.

Sexta, 11 Junho 2010 19:30

CDS

sexta-feira, 11 de junho de 2010

PAULO PORTAS NO ENTRONCAMENTO

COLÉGIO DOS NAVEGANTES
Na próxima segunda-feira, dia 14 de Junho, pelas 10H30, o Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas, visitará o COLÉGIO DOS NAVEGANTES, no ENTRONCAMENTO.

PAULO PORTAS DEFENDE MAIS EXIGÊNCIA NO ENSINO E CRITICA FACILITISMO QUE NÃO PREPARA JOVENS PARA O MERCADO DE TRABALHO


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu esta sexta-feira mais exigência no ensino e criticou o facilitismo que contribui para a entrega jovens mal preparados para o mercado laboral.

"Não sou pelo facilitismo, sou pela exigência" afirmou Paulo Portas em relação à possibilidade de alunos do 8.º ano com mais de 15 anos transitarem para o 10.º se passarem nos exames nacionais e nas provas das disciplinas do 9.º

"Quem anda a prometer facilidades nas escolas depois entrega os jovens mal preparados para uma vida de trabalho e para um mercado laboral que não vai lá com facilidades" sublinhou Portas defendo que este sistema " pode ser muito bonito para as estatísticas, mas é péssimo para o sistema de ensino e não é bom para os jovens".

"Estar no 8.º ano, não frequentar o 9.º ano e com um mero exame passar directo para o 10.º ano, não é um sinal nem de exigência, nem de estudo, nem de aplicação, nem de esforço" acrescentou Portas alertando que " o país só lá vai com o incentivo a esses valores: estudo, aplicação, esforço por parte das gerações mais novas".

Portas defendeu ainda que "não se pode tratar igualmente o que é desigual" criticando que se dêem " sucessivas facilidades a quem não vai às aulas, não tenha assiduidade, se esforce pouco e não estude o suficiente para passar de ano" e depois se trate "da mesma maneira aqueles que fazem um grande esforço, muitas vezes em meios desfavorecidos, para irem às aulas cedo, para terem assiduidade, aproveitamento e para através do estudo e da passagem de ano por mérito poderem construir uma vida melhor" concluiu.

Paulo Portas falava em Alcobaça á margem de uma visita à cooperativa fruteira Frubaça.

CDS com DD

Sábado, 05 Junho 2010 12:54

Veja as declarações de Paulo Portas na CDS TV

terça-feira, 8 de junho de 2010

VISITA À FEIRA DA AGRICULTURA

NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, DIA 10 DE JUNHO, ÀS 11 HORAS, O PRESIDENTE DO PARTIDO, DR.PAULO PORTAS, ESTARÁ DE VISITA À FEIRA DA AGRICULTURA EM SANTARÉM.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

CDS VAI PROPOR PROIBIÇÃO DO ACESSO AO RENDIMENTO MÍNIMO DE PESSOAS COM CADASTRO

O CDS-PP anunciou este domingo que vai entregar no Parlamento um projecto-lei com o objectivo de impedir o acesso ao Rendimento Social de Inserção de pessoas com cadastro.

"Deve ser condição de acesso a essa prestação não ter cadastro e deve ser razão suficiente para suspender o rendimento mínimo o facto de um sujeito ou um gangue andar a traficar armas, a assaltar pessoas e a cometer crimes violentos", disse o líder do CDS-PP, Paulo Portas, em conferência de imprensa, na sede nacional do partido, em Lisboa.

Veja parte da conferência de imprensa na CDS TV

O partido vai ainda pedir ao Governo uma relação sobre os acusados e detidos por crimes violentos que recebem o Rendimento Social de Inserção.

"O CDS vai requerer aos ministérios da Administração Interna, da Justiça e do Trabalho que respondam com transparência à pergunta sobre quantos são os acusados e detidos por crimes, até violentos, que recebem o rendimento mínimo", afirmou.

As declarações do líder centrista seguem-se à operação da PSP de Lisboa que deteve esta semana 13 pessoas suspeitas de traficar armas, a maioria das quais estava a receber o Rendimento Social de Inserção, segundo um responsável policial.

"Chegou-se a tal ponto que a operação da PSP para deter traficantes de armas na Grande Lisboa se chamou 'rendimento máximo'. É o próprio Estado que reconhece que delinquentes armados que andam a assaltar, a traficar, a roubar, recebem ao mesmo tempo o rendimento mínimo", reforçou.

Para Paulo Portas, o Rendimento Social de Inserção está "descontrolado" já que "só nos primeiros quatro meses deste ano o Estado já gastou mais 18 por cento do que no ano passado".

"O Estado aumenta o IVA de produtos essenciais como pão, leite e remédios para 20 por cento e, ao mesmo tempo, no rendimento mínimo já gastou mais 18 por cento do que ano passado", acrescentou.

"É necessário auditar as situações de verdadeira pobreza e necessidade e terminar com o abuso de quem não quer trabalhar e pretende viver à custa de quem trabalha", reiterou.

Domingo, 06 Junho 2010 19:09

CDS com Sol.pt

domingo, 6 de junho de 2010

EDUCAÇÃO: CDS CHAMA MINISTRA AO PARLAMENTO PARA EXPLICAR PASSAGEM DO 8.º PARA O 10.º ANO

O CDS-PP vai solicitar a presença da ministra da Educação no Parlamento para explicar a medida que possibilita a alguns alunos do 8.º ano concluírem o ensino básico se realizarem com sucesso os exames do 9.º ano.

"O CDS-PP considera que esta é mais uma medida facilitista do Ministério da Educação em relação ao sistema de ensino, que vem pôr em causa o rigor, o método, que deve pautar a escola em Portugal", anunciou o deputado João Manuel Rodrigues.

O deputado sublinhou que não se pode confundir, "como faz o Ministério da Educação, escolaridade obrigatória com passagem obrigatória".

"Um aluno que é retido no 8.º ano por falta de assiduidade ou de aproveitamento tem possibilidade de fazer exames do 9.º e de passar automaticamente para o 10.º ano, enquanto um outro aluno, no mesmo 8.º ano, com aproveitamento e sucesso escolar, é obrigado a frequentar o 9.º ano e não tem esta possibilidade", sustentou.

Para o deputado centrista, esta situação cria "um problema de desigualdade, além de tornar também, no caso destes alunos que já completaram 15 anos, completamente inútil o trabalho dos professores.

"Qualquer dia, o nosso sistema de ensino está quase transformado num curso por correspondência. Isto nós não podemos aceitar", frisou.

João Manuel Rodrigues adiantou ainda que o CDS-PP tem "dúvidas sobre a constitucionalidade desta medida administrativa", uma vez que "perde o princípio da igualdade que está plasmado na Constituição".

Por tudo isto, justificou, o CDS-PP vai chamar com "carácter de urgência a ministra da Educação [Isabel Alçada] à Comissão Parlamentar de Educação".

Isabel Alçada vai ter de esclarecer alguns pontos de uma medida que o CDS-PP considera "facilitista e que vem dar um sinal de que a escola não é um lugar de trabalho, de esforço, onde se premeia o mérito, mas um local onde, através de medidas administrativas, este trabalho da escola vai por água abaixo".

Para o deputado, esta medida contribui para "estatísticas falsas do sucesso escolar em Portugal".

Na sexta feira, Isabel Alçada recusou que a medida seja facilitista: "Não é de todo facilitismo, pelo contrário. É a possibilidade de um percurso pessoal, de a pessoa se auto propor ao exame".

"Já houve esta possibilidade em tempos, foi interrompida e foi repensada e reaberta com este alargamento da escolaridade obrigatória para os 12 anos", argumentou.

Sábado, 05 Junho 2010 13:16

CDS com DD

sábado, 5 de junho de 2010

CDS FAZ BALANÇO “EXTREMAMENTE NEGATIVO” À LEI DAS ARMAS


O CDS-PP fez este sábado um balanço "extremamente negativo" da última alteração à Lei das Armas, prometendo apresentar novas propostas ainda nesta sessão legislativa, após concluir um processo de audições a diversas entidades.

"O balanço deste ano é extremamente negativo, desde logo porque esta alteração foi destinada a limpar a face a um ministro (Justiça) para não alterar o Código de Processo Penal e um ano decorrido, não só foi necessário alterar o Código, como o CDS avisou, como desse remendo que foi a alteração à Lei das Armas não resultou qualquer benefício, quer do ponto legislativo, quer do ponto de vista, ainda mais importante, da redução da criminalidade", disse o deputado Nuno Magalhães.

Para os centristas, as alterações à lei revelaram-se "profundamente injustas", criando situações "até caricatas, se não fossem graves".

"Pessoas de bem, pelo simples facto de uma mera burocracia, de se atrasarem a renovar a licença de uma arma de colecção, de família ou de uma actividade que é legal, que é a caça, viram-se acusadas formalmente da prática de crimes por parte do Ministério Público com base nessa lei", exemplificou.

Segundo o deputado, as alterações à lei "não vieram resolver nada" em relação ao problema da proliferação de armas ilegais em Portugal, nem serviram para combater "a criminalidade crescente" praticada com armas de fogo: "Recordo que, segundo a PJ, triplicou desde 2005 o número de crimes praticados com armas de fogo".

Nuno Magalhães considera que a legislação acaba por "perseguir quem não devia perseguir", como coleccionistas, desportistas ou caçadores.

"Foi um tiro completamente falhado, razão pela qual estamos já, com um conjunto de pessoas competentes nessa matéria e entidades do sector, a preparar uma alteração à Lei das Armas", acrescentou.

Segundo Nuno Magalhães, passada a fase de audições a decorrer, o partido apresentará "a muito breve trecho" as suas propostas, ou seja, ainda antes do encerramento da Assembleia da República nesta sessão legislativa.

Sábado, 05 Junho 2010 12:56

CDS com Diário do Minho

sexta-feira, 4 de junho de 2010

CDS ACUSA GOVERNO DE COMETER ILEGALIDADES


O Presidente do CDS-PP citou no debate quinzenal, desta sexta-feira citou recentes declarações do constitucionalista Jorge Miranda que defendeu a inconstitucionalidade da tributação retroactiva dos rendimentos, e avisou que se o Governo não recuar nessa matéria "os tribunais julgarão".

"O primeiro-ministro pode quebrar uma promessa e aumentar impostos daqui para a frente, os portugueses dirão, o que o senhor primeiro-ministro não pode é aumentar os impostos para o passado porque aí os tribunais julgarão", advertiu Paulo Portas, questionando José Sócrates sobre se está disponível para "ouvir os constitucionalistas".

De contrário, considerou, o Governo estará a "dizer à sociedade que comete ilegalidades ao mesmo tempo que pede à sociedade que cumpra a lei".

O Presidente do CDS questionou ainda José Sócrates, sobre uma notícia publicada no jornal "i" segundo a qual os alunos com mais de 15 anos retidos no 8º ano "têm este ano mais uma hipótese para concluir o ensino básico".

"Segundo o primeiro-ministro é uma boa ideia um aluno que não tenha frequentado o nono ano que não tenha tido assiduidade no nono ano fazer os exames respectivos e passar para o décimo ano. Acha isso o sinal certo? Nós não achamos", criticou o líder do CDS-PP.



Alvo das críticas do líder centrista, foi ainda a fraca taxa de execução do PRODER. "Assim os agricultores não podem ajudar a desenvolver o país", afirmou Paulo Portas



Sexta, 04 Junho 2010 15:27

quinta-feira, 3 de junho de 2010

PORTAS: SUBIDA DOS IMPOSTOS «PERVERSA» AGRAVA DESIGUALDADES

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou esta quarta-feira que o aumento de impostos que vai estar em discussão na Assembleia da República significa que em Portugal "quem trabalha paga mais impostos e quem não quer trabalhar recebe mais subsídios".

"A denúncia que o CDS faz, acompanhada por muita gente, é que em Portugal quem trabalha paga mais impostos e quem não quer trabalhar recebe mais subsídios", disse.

"Em Portugal está a verificar-se uma politica perversa: carregar os impostos das empresas que dão trabalho e dos trabalhadores que produzem, e continuar a condescender uma série de subsídios, como o rendimento mínimo, que muitas vezes são aplicados a quem não quer trabalhar", acrescentou.

Paulo Portas esteve no Montijo, onde visitou uma empresa de produção de flores, considerando que o objectivo da visita foi "dar um sinal claro que o CDS está ao lado de quem trabalha e dá trabalho aos outros", contra o aumento de impostos "decidido pelo PS e apoiado pelo PSD".

"Quando o CDS diz que é contra o aumento de impostos, que começa com o IRS e vai continuar com o IVA, tem a ver com a nossa discordância em relação a um estado que não disciplina a sua despesa e está sempre a pedir sacrifícios à classe média e com a nossa homenagem ao valor trabalho", referiu.

O líder do CDS-PP considera que o que esta quarta-feira vai a votos é "um imposto sobre o trabalho" e lembrou que a carga fiscal do IRS vai subir enquanto o rendimento mínimo "está 18 por cento acima do ano passado".

Paulo Portas aproveitou também para deixar críticas a José Sócrates.

"O Primeiro-ministro diz que país tem boas notícias em matéria de desemprego e deve ser o único a dizê-lo. Prova bem que não tem os pés assentes no chão. Estamos com mais 250 desempregados todos os dias, mais empresas que não conseguem recorrer ao crédito e manter os postos de trabalho", afirmou.

Vítor Araújo é o proprietário da empresa, que início a sua laboração à 14 anos, e que nesta altura tem cerca de 20 hectares de produção de flores e 75 empregados.

"Fazemos produção, essencialmente, para Portugal, de modo a colmatar o que é necessário para o mercado nacional, pois ainda se importam muitas flores", referiu à Lusa, explicando que têm cerca de 20 variedades de flores, com destaque para as gereberas.

Em relação ao aumento de impostos, o empresário defendeu que vai trazer mais dificuldades.

"As empresas dão trabalho a tanta gente, atravessam fases difíceis e os aumentos de impostos não serão benéficos, retraindo alguns investimentos", concluiu.

Quarta, 02 Junho 2010 14:50

quarta-feira, 2 de junho de 2010

PAULO PORTAS DEFENDE EXTINÇÃO DE METADE DAS EMPRESAS MUNICIPAIS


O líder do CDS-PP, defendeu esta terça-feira a extinção de pelo menos metade das empresas municipais "que existem e não são necessárias", e criticou o "descontrolo" do endividamento das autarquias.

"O Estado devia fazer um esforço para reduzir pelo menos metade das empresas municipais que existem e que não são necessárias. Era bom também que alguém disciplinasse este facto iníquo que é haver num país com a nossa dimensão 2000 gestores municipais", defendeu.

Paulo Portas visitou o jardim de infância da Associação Unidos de Cabo Verde, na Amadora, o qual prossegue um projecto de formação musical a alunos, criticou o "aumento do endividamento das câmaras de um ano para o outro de mil milhões de euros", considerando que "só pode ter a explicação de ter sido um ano eleitoral".

"Alguém tem que por pressão para que não mais seja possível criarem novas empresas municipais", defendeu ainda o líder do CDS-PP, afirmando que o número de empresas municipais existentes, "mais de 250", é demasiado para a dimensão do país.

"É com este tipo de despesa e de descontrolo da dívida que depois pedem sistematicamente às pessoas para pagarem mais impostos. O esforço tem que ser feito pelo lado da despesa e não pelo lado dos impostos", defendeu.

O líder democrata cristão assinalou que esta terça-feira, foi o dia da entrada em vigor das novas tabelas de retenção de IRS, o qual "ficará tristemente célebre" como o dia em que a carga fiscal "subiu para 39 por cento do PIB".

"Como é que é possível que se faça um aumento de impostos sobre o trabalho quando as empresas públicas só este ano vão receber mais 1100 milhões de euros que no ano passado?", questionou.

Terça, 01 Junho 2010 17:26