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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Paulo Portas: "Ao presente não vejo outro remédio"

Paulo Portas: "Ao presente não vejo outro remédio"


Portas usou uma citação que diz ter aprendido com Adriano Moreira para descrever o Orçamento: "Ao presente não vejo outro remédio".argaiv1449

Paulo Portas apareceu ontem de surpresa na tomada de posse dos órgãos autárquicos de Ponte de Lima, uma câmara do CDS, onde teceu as primeiras declarações públicas sobre o Orçamento para 2014.

O vice primeiro-ministro foi questionado pelas recentes declarações de Adriano Moreira, para quem "estamos a atingir o limite da resistência". Portas argumentou que "tudo o que ele [Adriano Moreira] diz é para ser meditado" e disse que aprendeu com o antigo líder do CDS uma citação que descreve o Orçamento para 2014: "ao presente não vejo outro remédio".

Em declarações transmitidas pela RTP, Paulo Portas destacou que este "é o último Orçamento antes do fim do programa, é o último orçamento do protectorado, é o último orçamento antes de Portugal recuperar a sua liberdade enquanto nação e a sua autonomia financeira".

E sublinhou também que "as pensões mínimas sociais e rurais de um milhão de pessoas, que muitas vezes não têm voz na televisão, mas são as mais pobres em Portugal, vão ser aumentadas.

No tempo dos socialistas estavam congeladas"


Sexta, 18 Outubro 2013 13:14

Fonte: Económico

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Condição de recursos para 25 mil pensionistas


Paulo Portas anuncia "condição de recursos" para 25 mil pensionistas

Vice-primeiro-ministro diz que só quem tiver duas ou mais pensões é que terá "alguma forma de redução".

O corte nas pensões de sobrevivência, a que hoje o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, chamou de "condição de recursos", vai atingir, maioritariamente, viúvas e viúvos que acumulem pensões num valor superior a dois mil euros.

A "condição de recursos" vai atingir 3,5 por cento dos 800 mil pensionistas, isto é, 25 mil das pessoas que têm direito a pensão de sobrevivência "terão alguma forma de impacto - e mesmo assim gradual e moderado", explicou o vice-primeiro-ministro ladeado pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, e pelo ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares.

"A condição de recursos apenas será aplicada aos pensionistas com mais de duas pensões, com valor superior a dois mil euros e apenas no valor da segunda pensão", salientou Paulo Portas que interrompeu o conselho de ministros para fazer um "esclarecimento tranquilizador" sobre os anunciados cortes nas pensões de sobrevivência.

"Soma-se o valor da pensão original, que nunca será tocado, com uma segunda pensão e vai-se ver, se apurado o rendimento, a receção integral desse segundo valor se justifica na totalidade", explicou, realçando o facto de assim se "seguir critérios de justiça social".

A "condição de recursos" irá "operar", como preferiu dizer o também líder do CDS, a partir de rendimentos que "são muito altos para a média portuguesa", e estão excluídas as pensões de orfandade, deficiência ou de distinção por feitos pelo país.

Corte será aplicado por escalões 

O corte vai ser efetuado segundo uma tabela que será divulgada mais tarde, mas da qual Portas deu dois exemplos: entre os 2000 e os 2500 euros, os pensionistas receberão 54% da segunda pensão; acima dos quatro mil euros, terão direito a 39%. Até agora, a percentagem era de 60%.

Fazendo a conta ao contrário, Portas frisou que "96,5% dos pensionistas de sobrevivência, viúvas e viúvos, maioritariamente, estão sossegados", já que "não serão afetados", depois de dizer que "houve quem quisesse assustar e alarmar, sem escrúpulos, os idosos", muito embora ser beneficiário de tipo de pensão não signifique uma idade avançada.

"Apesar das contribuições para a Caixa Geral de Aposentações e Segurança Social, o Estado paga, para este tipo de pensões 2700 milhões de euros por ano. Os descontos que o Estado recebe para poder fazer o pagamento não ultrapassam os 1500 milhões, se verificadas as questões como elas devem ser verificadas", disse Portas para justificar que, "mesmo numa versão conservadora, há um défice contributivo".

A aplicação da "condição de recurso às pensões de sobrevivência" irá permitir uma poupança de 100 milhões de euros, segundo o vice-primeiro-ministro, e está agora "completamente desenhada" e aprovada em Conselho de Ministros.

Reunido com os restantes membros do Governo em Conselho de Ministros extraordinário desde as 10h, Paulo Portas explicou que "os trabalhos são complexos para poderem ser justos" e irão "poupar, por deliberada opção política, os rendimentos mais baixos".

O vice-primeiro-ministro adiantou ainda que, a partir do próximo ano, também haverá novas regras para quem vier a beneficiar destas pensões, seja por um regime de convergência ou uma forma de avaliação de rendimentos.  

Ao concluir a conferência de imprensa, na qual nem Maria Luís Albuquerque nem Mota Soares se manifestaram, Paulo Portas disse estar com pressa "para regressar ao sétimo andar", uma vez que "ainda estavam em Conselho de Ministros".

Anabela Natário e Mariana Cabral

Expresso XL

quarta-feira, 24 de julho de 2013

É muito importante que a vontade de unir seja mais forte que a vontade de separar


Mota Soares: "É muito importante que a vontade de unir seja mais forte que a vontade de separar"

Pedro Mota Soares, vice-presidente do CDS-PP, acusou o PS de ter terminado "unilateralmente o processo negocial" da última semana com vista à obtenção de um "compromisso de salvação nacional" pedido pelo Presidente da República.
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O chefe da delegação do CDS-PP nas negociações afirmou terem sido aceites várias propostas dos socialistas, mas ao mesmo tempo acusa-os de não terem apresentado alternativas à redução de despesa, pedidas pelos partidos da maioria. "Infelizmente isso não sucedeu", afirmou.
Para o também ministro da Solidariedade e da Segurança Social, "Portugal precisa de uma cultura de compromisso e diálogo" e "a maioria dos portugueses queria que se chegasse a um acordo".
"Lamentamos a posição do PS", reforçou, acrescentando que o faz também por os socialistas não terem "reconhecido os pontos de convergência" a que os três partidos chegaram.
Mota Soares afirmou ainda, mais do que uma vez, que o CDS se preocupou em não dificultar a vida ao PS, nomeadamente ao defender a ideia de que se deve "potenciar um ciclo político mais focado no crescimento da economia e do emprego" e ao mostrar disponibilidade para "alterar o calendário eleitoral", um ponto "muito sensível" dos pilares propostos pelo Presidente da República.
Mas foi no segundo pilar, relativo ao cumprimento do memorando da troika, que se focou, deixando à vista que daqui resultaram as maiores divergências. "As obrigações do Estado são matéria de cumprimento, não sendo possíveis medidas que aumentem a despesa ou reduzam a receita fiscal", frisou.
Relativamente à trajectória do défice, que o PS propôs renegociar com a troika, Mota Soares afirmou que, "sabendo que os ajustamentos ao ajustamento não dependem só de nós", foi proposto "um método para que todos pudessem aceitar os resultados da negociação com a troika", sem revelar qual.
Revelou também que a maioria propôs a separação de medidas da sétima avaliação já votadas no Parlamento de "outras que ainda não o foram" - como são as leis relativas à Função Pública, cuja votação foi suspensa durante o processo negocial.
O CDS, acrescentou, defendeu a reforma do IRC e do IRS, "mostrou abertura" à reavaliação do IVA na restauração e "manteve a [sua] linha" no que diz respeito às pensões mínimas e rurais. Estas últimas referem-se à "linha vermelha" que Paulo Portas traçou em Maio, quando se insurgiu contra a aplicação do imposto especial sobre pensões, que o PSD prevê manter no próximo Orçamento do Estado.
Em conclusão, Mota Soares afirmou que o CDS está preocupado com a falta de acordo. O que, diz, "acentua a ideia que muitos portuguese têm que os partidos e os políticos não são capazes de se entenderem".
Ainda assim, afirmou que o CDS "mantém uma disposição para o diálogo".
"É muito importante que a vontade de unir seja mais forte que a vontade de separar".
 Sábado, 20 Julho 2013 01:00
Fonte: Público

domingo, 21 de julho de 2013

DEVEMOS AOS PORTUGUESES A NOSSA AVALIAÇÃO SOBRE O QUE ACONTECEU



COMUNICAÇÃO 20 JULHO

O PARTIDO SOCIALISTA TERMINOU ONTEM, UNILATERALMENTE, O PROCESSO DE DIÁLOGO ENTRE PARTIDOS, SOLICITADO PELO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
DEVEMOS AOS PORTUGUESES A NOSSA AVALIAÇÃO SOBRE O QUE ACONTECEU.
O CDS PARTICIPOU NESTAS CONVERSAÇÕES COM BOA-FÉ NEGOCIAL, EMPENHO E DISCRIÇÃO.
FIZEMO-LO PORQUE HÁ MUITO TEMPO QUE ACREDITAMOS E DEFENDEMOS QUE PORTUGAL PRECISA - E OS PORTUGUESES MERECEM DE UMA CULTURA DE COMPROMISSO E DIÁLOGO, NÃO APENAS ENTRE OS PARTIDOS QUE SE DISPÕEM A ASSUMIR RESPONSABILIDADES MAS, TAMBÉM, COM OS PARCEIROS SOCIAIS. A BOA-FÉ COM QUE AGIMOS DEMONSTRA-SE PELO FACTO DE TERMOS, DIA APÓS DIA, FEITO PROPOSTAS DE COMPROMISSO PARA REDUZIR DIVERGÊNCIAS E SUPERAR IMPASSES. O EMPENHO COM QUE O FIZEMOS REVELA-SE NA DISPONIBILIDADE TOTAL PARA PARTILHAR INFORMAÇÃO E NÃO BLOQUEAR NENHUM PONTO DE NEGOCIAÇÃO. A DISCRIÇÃO QUE MANTIVEMOS TEVE COMO REGRA SALVAGUARDAR O ESPAÇO NEGOCIAL, EVITAR FUGAS DE INFORMAÇÃO E RENUNCIAR A QUALQUER PRESSÃO EXTERIOR QUE CONDICIONASSE OU PREJUDICASSE O RESULTADO.
A MAIORIA DOS PORTUGUESES QUERIA QUE CHEGÁSSEMOS A UM ACORDO; FIZEMOS TUDO O QUE ESTAVA AO NOSSO ALCANCE PARA CHEGAR A ESSE OBJETIVO E LAMENTAMOS A POSIÇÃO DO PARTIDO SOCIALISTA, ATÉ POR NÃO TER RECONHECIDO OS PONTOS DE CONVERGÊNCIA SIGNIFICATIVOS QUE TINHAM SIDO OBTIDOS.
FEITA ESTA AVALIAÇÃO MAIS GLOBAL, É NOSSO DEVER INFORMAR OS PORTUGUESES SOBRE A SUBSTÂNCIA E O PROCEDIMENTO DO CDS NAS NEGOCIAÇÕES.
TIVEMOS SEMPRE PRESENTE A SITUAÇÃO CONCRETA DE PORTUGAL: DESDE 2011, FICÁMOS EM PROTETORADO; O OBJETIVO PRINCIPAL É REAVER A NOSSA INDEPENDÊNCIA;
 
 
CUMPRIMOS 2/3 DO CAMINHO; NÃO QUEREMOS, POR ISSO, NEM UM 2º RESGATE, NEM UM 2º PROGRAMA, NEM O PROLONGAMENTO DA TROIKA EM PORTUGAL. TAMBÉM TIVEMOS EM CONSIDERAÇÃO A NECESSIDADE DE, MESMO COM UMA MARGEM DE MANOBRA REDUZIDA, PROTEGER E POTENCIAR UM CICLO POLÍTICO MAIS FOCADO NA ECONOMIA, NAS EMPRESAS E NO EMPREGO.
POR RAZÕES INSTITUCIONAIS E OPERATIVAS, SEGUIMOS O "ROTEIRO" QUE O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA APRESENTOU AOS PARTIDOS, PARA QUE A NEGOCIAÇÃO NÃO SE DISPERSASSE:
QUANTO AO PRIMEIRO PILAR ENUNCIADO PELO CHEFE DE ESTADO A POSSIBILIDADE DE HAVER ELEIÇÕES ANTECIPADAS DEPOIS DE CONCLUÍDO O PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA -, O CDS, FAZENDO EVIDENTEMENTE UM ESFORÇO DE APROXIMAÇÃO, NO SENTIDO DE NÃO INVIABILIZAR UM ACORDO, ESTEVE DISPONÍVEL PARA ALTERAR O CALENDÁRIO ELEITORAL, RESPEITANDO AS COMPETÊNCIAS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
COMO SE COMPREENDE, ESTE PONTO ERA POLITICAMENTE MUITO SENSÍVEL; MAS A MAIORIA REVELOU ABERTURA E DISPONIBILIDADE.
QUANTO AO 2º PILAR, OU SEJA, A MELHOR FORMA DE PORTUGAL CONCLUIR O AJUSTAMENTO E TERMINAR A FASE DO PROTETORADO, PARTIMOS DO PRINCIPIO DE QUE AS OBRIGAÇÕES INTERNACIONAIS DO ESTADO PORTUGUÊS SÃO MATÉRIA DE CUMPRIMENTO, NÃO SENDO OBVIAMENTE POSSÍVEIS, NO ATUAL CONTEXTO, POLÍTICAS QUE SIMULTANEAMENTE AUMENTEM A DESPESA OU AUMENTEM, AINDA MAIS, A CARGA FISCAL.
NO DECURSO DAS NEGOCIAÇÕES O CDS ESTEVE DISPONÍVEL PARA SE ENCONTRAR, POR CONSENSO ENTRE OS TRÊS PARTIDOS, UMA ESTRATÉGIA NEGOCIAL COM A TROIKA; EM COERÊNCIA, MANIFESTÁMOS O NOSSO INTERESSE E ABERTURA NA OBTENÇÃO DE UMA TRAJETÓRIA DIFERENTE PARA O DÉFICE; SABENDO QUE OS AJUSTAMENTOS AO AJUSTAMENTO NÃO DEPENDEM SÓ DE NÓS, PROPUSEMOS UM MÉTODO PARA QUE TODOS
 
PUDÉSSEMOS ACEITAR OS RESULTADOS DA NEGOCIAÇÃO COM A TROIKA; E PROCURÁMOS NÃO DIFICULTAR A VIDA AO PARTIDO SOCIALISTA, SEPARANDO ATÉ MEDIDAS DA 7ª AVALIAÇÃO QUE JÁ FORAM VOTADAS NO PARLAMENTO, DE OUTRAS QUE AINDA NÃO O FORAM.
PARA ATINGIR OS OBJETIVOS NECESSÁRIOS, PEDIMOS AO PARTIDO SOCIALISTA, QUE APRESENTASSE MEDIDAS ALTERNATIVAS DE REDUÇÃO DE DESPESA ÀQUELAS QUE CONTESTAVA. EM NENHUM MOMENTO ISSO SUCEDEU.
QUANTO À COMPETITIVADE DA ECONOMIA É IMPORTANTE QUE OS PORTUGUESES SAIBAM QUE O CDS PROCUROU PROTEGER UMA REFORMA DO IRC QUE É DECISIVA PARA O INVESTIMENTO; DISPONIBILIZOU-SE PARA UMA COMISSÃO DE REFORMA DO IRS;
E MOSTROU ABERTURA PARA UMA SOLUÇÃO MAIS FAVORÁVEL NO IVA DA RESTAURAÇÃO, DESDE QUE ISSO NÃO IGNORE A CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL.
IGUALMENTE VALORIZOU O PAPEL DA CONCERTAÇÃO SOCIAL NA QUESTÃO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL.
MANTIVEMOS A NOSSA LINHA DE ATUALIZAÇÃO DAS PENSÕES MÍNIMAS, SOCIAIS E RURAIS, QUE SÃO PRECISAMENTE AS QUE DEFINEM O NÍVEL DE VIDA DOS MAIS VULNERÁVEIS EM PORTUGAL.
FOI AINDA IMPORTANTE A ABERTURA NEGOCIAL PARA DEFINIR UM PACTO DE MÉDIO PRAZO PARA A SUSTENTABILIDADE DA DÍVIDA, TENDO AINDA EM ATENÇÃO PROPOSTAS CREDÍVEIS, AO NÍVEL EUROPEU, PARA O PROBLEMA DAS DÍVIDAS SOBERANAS.
COM ESTE ESCLARECIMENTO OS PORTUGUESES PODEM OBSERVAR TRABALHO E A ATITUDE DO CDS NA MESA DAS NEGOCIAÇÕES.
A BOA-FÉ DE UMA NEGOCIAÇÃO MEDE-SE PELO NÚMERO DE PASSOS QUE CADA UM DÁ, DIFERENTES DA SUA POSIÇÃO INICIAL, PARA CHEGAR A UM ACORDO COM A OUTRA PARTE.
PROCURÁMOS FAZÊ-LO, ACEITANDO VÁRIAS PROPOSTAS DO PS.
ESTAMOS PREOCUPADOS COM O FACTO DE AS NEGOCIAÇÕES NÃO TEREM CHEGADO A BOM TERMO; ISSO ACENTUA A IDEIA, QUE MUITOS PORTUGUESES TÊM, DE QUE OS PARTIDOS E OS POLÍTICOS NÃO SÃO CAPAZES DE SE ENTENDER E, POR ISSO, QUEREMOS REAFIRMAR A NOSSA DISPONIBILIDADE PARA, EM SEDE DE INSTITUIÇÕES POLÍTICAS E EM CONCERTAÇÃO SOCIAL, APROVEITAR O CAMINHO QUE, APESAR DE TUDO SE FEZ, E MANTER UMA DISPOSIÇÃO DE DIÁLOGO.
É MUITO IMPORTANTE PARA A CREDIBILIDADE EXTERNA DE PORTUGAL, E PARA A PAZ SOCIAL NA NOSSA SOCIEDADE, QUE A VONTADE DE UNIR SEJA MAIS FORTE DO QUE A VONTADE DE SEPARAR.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Autárquicas: “Escolham gente com contas certa"


O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, apelou, durante a apresentação do candidato do partido à Câmara Municipal de Oeiras, para que os candidatos democratas-cristãos façam uma campanha eleitoral autárquica com sobriedade e trabalho no terreno e sem gastar centenas de euros em cartazes.

"Deem provas da maior sobriedade na ação pública da campanha eleitoral. Queremos respeito por aqueles que estão a passar mal. Devem gastar pouco e ir para o terreno depressa", afirmou, criticando os que têm gasto dinheiro em cartazes publicitários da candidatura.

"Deitam dinheiro à rua com cartazes que custam centenas de euros e que não servem para nada", afirmou o líder do CDS-PP, sublinhando o facto de estas serem as primeiras eleições desde que Portugal pediu resgate financeiro. "Os portugueses já sofreram o suficiente com uma dívida astronómica e um défice alto demais. Escolham gente com contas certas".

Durante a intervenção Paulo Portas reforçou a intenção do Governo de libertar o país da 'troika'. "Esta legislatura começou praticamente com a 'troika'. Esta legislatura só fará sentido quando, no final, a 'troika' já cá não estiver para que a independência seja recuperada", disse, destacando depois algumas das medidas implementadas pelo Governo, como a introdução do IVA de caixa e o aumento das pensões mais baixas, além de assegurar que "o CDS-PP irá cumprir a sua palavra contra a taxa nas pensões".

Paulo Portas elogiou o candidato democrata-cristão à autarquia de Oeiras: "Convidaram um candidato independente. É um casamento feliz pelo futuro do concelho. É uma candidatura especial e eu acho que está em marcha um movimento surpreendente em Oeiras".

Fonte: CDS-PP

Segunda, 03 Junho 2013 00:00

CDS-PP saúda corte na despesa dos ministérios


João Almeida, porta-voz do CDS-PP, frisou esta tarde no Parlamento, em declarações aos jornalistas, que as medidas do orçamento retificativo são essencialmente de corte na despesa dos ministérios, na linha do caminho que os democratas-cristãos defendem para a consolidação orçamental.
“As medidas que são tidas como alternativas e que constam do orçamento retificativo são essencialmente medidas de corte na despesa dos ministérios, caminho que o CDS sempre defendeu como sendo prioritário, o do corte de despesa, para a consolidação orçamental”,.
Quanto a ministérios como os da Saúde e da Educação, João Almeida afirmou que "devem aguentar cortes que sejam cortes de eficiência no funcionamento dos ministérios e que permitam manter a prestação de funções por parte desses mesmos ministérios e fazê-lo com um menor custo. Isso é essencial para que esses ministérios continuem a desempenhar as suas funções e não sejam afetados por cortes nas prestações. O CDS-PP sempre defendeu que essa devia ser a prioridade".
João Almeida recordou que para o CDS-PP, "era fundamental que não houvesse nestas medidas alternativas, aumento de impostos e não há. Registamos até que o orçamento retificativo tem medidas de aumento do benefício fiscal para os contribuintes e surge no quadro de outras medidas que o Governo tem tomado, como o IVA de caixa, o crédito fiscal, que são medidas em sentido contrário em matéria fiscal".
Segundo o porta-voz do CDS-PP, o orçamento retificativo é a "resposta necessária ao Tribunal Constitucional e é uma reposta que vai no melhor sentido possível, neste momento, dados os constrangimentos".
 
Fonte:CDS-PP

Sexta, 31 Maio 2013

domingo, 2 de junho de 2013

Portas pede aos professores que não façam greve nos dias de exames


Paulo Portas apelou hoje aos professores para não fazerem coincidir a greve com as datas dos exames e disse dar "a maior importância" à negociação social e à UGT enquanto parceiro social.

Salvaguardando a legitimidade da greve como direito constitucional, o líder do CDS deixou "um apelo aos professores", ao falar hoje na apresentação do candidato do partido à Câmara de Vale de Cambra, José Pinheiro, que elegeu a Educação como uma das suas prioridades.

"O apelo que faço muita gente compreende: se as greves forem marcadas para os dias dos exames prejudica o esforço dos alunos, inquieta as famílias e também não é bom para os professores, que durante todo o ano escolar deram o seu melhor, para que aqueles alunos pudessem ultrapassar os exames", disse o também ministro dos negócios Estrangeiros.

Na sua intervenção, Paulo Portas enalteceu o papel dos ministros do CDS no Governo e manifestou-se empenhado na paz social, para que Portugal possa ultrapassar a crise, realçando a imagem positiva que o País deu ao conseguir fazer a reforma das leis laborais em acordo social.

"Sou absolutamente favorável a que as dificuldades que estão a penalizar muitas famílias sejam ultrapassadas com negociação social e dou a maior importância a que, sobretudo em tempos de crise, empregadores, trabalhadores e instituições do Estado se empenhem no acordo e não no conflito. É uma linha que tenho defendido desde o início", disse depois aos jornalistas.

Questionado se estava a referir-se à UGT, Paulo Portas considerou aquela central sindical "muito importante" em Portugal.

"A UGT tem uma tradição de saber sentar-se à mesa e de procurar resultados para os seus associados. Quando se faz uma negociação uma parte e a outra têm fazer cedências para se obter um resultado que seja melhor para todos e continuo a acreditar que a UGT é muito importante", disse.
 
 
Além de lançar um apelo aos professores, o líder do CDS defendeu negociações entre empregadores, trabalhadores e instituições do Estado
 
Lusa/expresso/
 
 
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Imposto sobre pensionistas “é a fronteira que não posso deixar passar”


 
Paulo Portas assumiu que está contra a taxa sobre pensões, anunciada pelo primeiro-ministro sexta-feira.
 
"O senhor primeiro-ministro percebe que esta é a fronteira que não posso deixar passar", afirmou o presidente do CDS-PP, referindo-se Paulo Portas ao novo imposto sobre os pensionistas, anunciado pelo primeiro-ministro sexta-feira hoje numa comunicação ao país em reacção aos novos cortes anunciados por Pedro Passos Coelho na sexta-feira.
Paulo Portas comprometeu-se a procurar medidas suplementares que substituam a nova contribuição sobre as pensões. "Farei tudo para que se poupe quem deve ser poupado", defendeu. "Quero, queremos todos  uma sociedade que não descarte os mais velhos", acrescentou o líder do CDS.
Embora tenha assumido uma frontal divergência, com o PSD, principal partido do Governo, em relação a esta taxa sobre os pensionistas, Paulo Portas manifestou apoio às restantes medidas fazendo questão de frisar que foi o CDS que conseguiu impedir que a idade da reforma subisse para os 67 anos. "A questão da idade da reforma ocupou bastante do meu tempo. Confesso que fiquei incomodado com a notícia de há algumas semanas de que o Governo queria colocar a idade da reforma nos 67 anos, talvez isso correspondesse a algum ímpeto externo, mas não havia consenso no Governo para uma medida dessas, com as consequências políticas, sociais e técnicas que ela teria. Felizmente não será assim".
Na sua declaração, que demorou cerca de meia hora, Paulo Portas dirigiu palavras muito duras à troika. O líder democrata cristão classificou de "situação vexatória" o facto de o país estar intervencionado e defendeu, não vê "nenhuma vantagem em voltar a estender a mão como pedintes nem de estender a permanecer desses senhores entre nós". "Não observo nas equipas técnicas da troika suficiente flexibilidade que dê substância ao discurso" de muitos dos seus representantes que invocam a necessidade de apostar no crescimento económico e no alívio da austeridade.
 
Fonte: Diário Económico

Domingo, 05 Maio 2013 00:00

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Apresentação de candidato


Caro militante e simpatizante

O CDS-PP vai apresentar o Professor Luís Miguel Reis como cabeça de lista ao Concelho de Abrantes nas Eleições Autárquicas 2013.

A iniciativa decorre dia 09 de fevereiro, no Hotel Turismo de Abrantes, às 19h00 e vai contar com a presença do Dr. Pedro Mota Soares, membro da Direção Nacional do CDS-PP e Ministro da Solidariedade e da Segurança Social.

Luís Miguel Reis, convida-o a estar presente no momento em que se dá início a este projecto político.

Consigo daremos corpo a um novo Concelho.

Um projeto, uma equipa.

A opção pela ação!

Inscreva-se também para o jantar a realizar-se no mesmo local.

Um grande abraço.

Luís Miguel Reis