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quarta-feira, 8 de junho de 2011

ESCLARECIMENTO

Ana Gomes agora voltou-se contra o Portas e lá vem outra vez a
história dos submarinos, esta senhora parece que é a dona da verdade,
mas só meias verdades que é como lhes convém, e como este pessoal
acredita em tudo o que lhe dizem então, para atacar, que é como se diz
na guerra e no amor, vale tudo, ou seja os fins justificam os meios,
então outra jogada nos submarinos que pelos vistos pega bem e á que
aproveitar.


Fazendo referência, ao assunto pois parece nunca ser demais o bater da mesma tecla.

"2010/09/15 SUBMARINOS - FACTOS E ARGUMENTOS * Texto do CDS


“Este texto foi publicado Quinta-feira
, 14 de Outubro de 2010 com o tema:




Porque só um povo informado, esclarecido, e com opinião, bem formada pode decidir em consciência. 

Submarinos Factos e argumentos

No dia em que o “Tridente” chega a Portugal, um argumentário para colocar a questão dos submarinos no seu devido lugar.

1. A história dos submarinos

· A capacidade submarina de Portugal não começou em 2004. Faz, em 2010, cem anos que Portugal tem submarinos. A capacidade submarina de Portugal foi confirmada pela Monarquia, pela I República, pelo Estado Novo e pelo regime saído do 25 de Abril;

· A última frota submarina portuguesa foi adquirida em 1962. À época, no Estado Novo, Portugal comprou 4 submarinos da classe Albacora, que foram entregues em 1968.

· A duração média de uma frota de submarinos oscila entre os 30 e 40 anos; quando, em 2002, o CDS ocupou a pasta da Defesa Nacional, já só estava em condições operacionais 1 dos 4 submarinos, e mesmo esse já tinha feito a sua 6.ª revisão operacional.

· A esquadra que começa agora a chegar é, portanto, a 5.ª, em cem anos. Os atrasos na decisão entre

1993 e 2004 podiam ter colocado em risco a existência da escola submarinista em Portugal (o treino e o conhecimento de uma tripulação submarina, se não operar, perde-se).


2. Quem e como lançou o concurso dos submarinos?

· A primeira declaração de intenção para aquisição de novos submarinos é de 1993;

· O concurso para renovação da capacidade submarina foi lançado em 1998, era Primeiro-Ministro António Guterres;

· O concurso lançado pelo governo socialista em 1998 previa a aquisição de 3 a 4 submarinos (número idêntico à esquadra anterior);

· O valor estimado, no concurso lançado em 1998, para a aquisição de 3 submarinos aproximava-se dos 2.000 milhões de euros;

· A Lei de Programação Militar previa recurso ao leasing em cerca de 70% dos valores das várias aquisições;

· O Governo PSD/CDS herdou o concurso já na sua fase final (2002);

· A decisão tomada foi a de reduzir a aquisição para 2 submarinos, baixando o custo de 2.000 M€ para 1.000M€; foi também tomada a decisão de reduzir para 50% o valor da Lei de Programação Militar previsto em leasing, de modo a evitar maiores custos financeiros;

· Quando, em 2004, a decisão final é tomada, a dívida pública portuguesa era de 58% do PIB, ou seja, dentro dos limites do Tratado; hoje, depois de 5 anos de governo socialista, essa dívida pública aproxima-se dos 90% do PIB, muito acima do aceitável.

· Todos os ministros da Defesa socialistas - Veiga Simão, Jaime Gama, Castro Caldas, Rui Pena, Luís Amado e Severino Teixeira foram favoráveis à aquisição de submarinos, e inscreveram-na em sucessivas Leis de Programação Militar.

· O consenso em torno desta capacidade sempre foi estendido ao PS, PSD e CDS (os partidos pró-atlantistas)

· Na Assembleia da República, a decisão de reduzir para 2 os submarinos a adquirir, foi criticada pelo PS, argumentando que isso colocaria a capacidade submarina de Portugal ao nível da Argélia;


3. Pode Portugal ser um país oceânico e deixar de ter submarinos?

· Portugal é um país oceânico e marítimo. Ora, os países oceânicos e de tradição marítima na Europa têm, mantém e renovam a sua capacidade submarina. Por alguma razão será…

· Vejamos os principais exemplos:

· A Espanha terá uma capacidade de 12 submarinos (4 actuais; 8 em construção);

· A França terá uma capacidade de 17 submarinos (10 actuais; 7 em construção);

· A Itália terá uma capacidade de 9 submarinos (7 actuais; 2 em construção);

· A Holanda tem 4 submarinos;

· Os países escandinavos têm submarinos: Noruega 6, Suécia 7;

· A Grécia terá uma capacidade de 12 submarinos (8 actuais; 4 em construção);

· O Reino Unido terá uma capacidade de 16 submarinos (12 actuais; 4 em construção);

· A Alemanha terá uma capacidade de 16 submarinos (12 actuais; 4 em construção);

· Os países de Leste que aderiram à UE têm capacidade submarina (exemplo: Polónia com 5; Bulgária com 1); até a Albânia – país modelo do Bloco de Esquerda… - teve capacidade submarina (2);

· Obviamente as grandes potências têm capacidade submarina (EUA 82; Rússia 73; China 67);

· Se Portugal abandonasse a capacidade submarina, seria o único país oceânico da Europa a demitir-se da soberania marítima;

· Se Portugal o fizesse, todas as responsabilidades marítimas de Portugal seriam imediatamente ocupadas por países vizinhos, nomeadamente Espanha (cujo plano de renovação da esquadra entrava em linha de conta com a possibilidade de Portugal perder essa capacidade);

4. Razões militares e estratégicas para Portugal ter capacidade submarina

· É uma componente vital da Marinha para a defesa naval, para a vigilância, reconhecimento e interdição dos nossos mares.

· Por ser um meio silencioso, furtivo e flexível na utilização, dissimulando a sua presença, garante os requisitos de dissuasão nas missões de recolha de informações.

· Nas missões de interesse público os submarinos desempenham um papel muito relevante na luta contra o tráfico de droga, pirataria, imigração ilegal, pesca ilegal, terrorismo, crimes ambientais e outros actos ilícitos.

· A incerteza quanto à sua presença permite ser um excelente meio de dissuasão.

· É também um excelente e fundamental meio militar no controlo dos espaços marítimos (e em caso de guerra).

· É praticamente impensável ter fragatas se não houver um meio de as proteger, ou seja, capacidade submarina. E deixar de ter fragatas seria o mesmo que deixar de ter Marinha (sublinha-se que Portugal tem 5 fragatas cuja protecção depende dos submarinos);

· Se Portugal abandonasse a capacidade submarina, seríamos o único país europeu com mar territorial e ZEE a deixar de ter essa capacidade.


5. Razões económicas para ter capacidade submarina

· Portugal tem uma superfície territorial de 92 mil km² e uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de 1milhão 658 mil km², tornando o nosso pais no 11º ao nível mundial;

· Este espaço vai, provavelmente, crescer: Portugal apresentou à Comissão dos Limites da Plataforma Continental das Nações Unidas a sua proposta de extensão dos limites da plataforma continental. Prevê-se o aumento dos actuais 1,66 milhões de km² para 3,6 milhões de km², uma das maiores do mundo;

· Com todos os continentes descobertos e pesquisados, a ciência diz-nos que é nos oceanos e no fundo dos mares que se encontram as riquezas e os bens por descobrir;

· O valor real do mar português é por isso notável e o seu potencial enorme. Basta pensar nas pescas, no turismo, do transporte e comércio marítimo. Neste momento mais de 80% dos bens transaccionados, 90% do comércio intercontinental e cerca de 70% do petróleo são transportados por mar. Na União Europeia 53% do comércio passa em espaços marítimos sob nossa responsabilidade.

· Todo este património nacional necessita de uma capacidade de o proteger, reclamar e salvaguardar. É impossível o exercício dessa soberania sem a capacidade submarina.

6. A questão dos valores em causa

· Trata-se de uma defesa de soberania, ou, como costuma dizer o Prof. Adriano Moreira, um investimento em soberania;

· Desde 1998 que se sabe que Portugal irá adquirir capacidade submarina; os custos foram, aliás, substancialmente reduzidos em 2002;

· Pelas regras do Eurostat, cada bem militar é imputado no défice apenas uma vez, no ano da sua recepção definitiva (ao contrário do que sucede com as SCUT, PPPs, grandes obras, etc.)

· Se a dívida pública está, em termos reais, em mais de 100% do PIB, acima dos 170 Milhões de euros, o valor de que estamos a falar é 0,6% do problema.

2010/09/15
Submarinos - Factos e argumentos *
Texto do CDS

Comentário ao texto acima.

Navios de superfície, submarinos e aéreos (aviões e helicópteros) precisam
de exercícios frequentes uns com os outros para o pessoal ganhar perícia no
manejo dos respectivos equipamentos. Simuladores ajudam mas não chegam.
Uma fragata com pessoal mal preparado defrontando submarino hostil bem
preparado será presa fácil e todo o dinheiro investido numa fragata e todo o
seu pessoal se esvaem em minutos.
E aquilo que a fragata deveria defender fica indefeso.
E qualquer um, submarino hostil, incluindo de organização terrorista,
poderia também minar os nossos portos com facilidade provocando o caos no
abastecimento e comércio do país e perdas humanas irreparáveis.
Além disso, as gerações de marinheiros renovam-se constantemente. Todos os
anos há ingresso de jovens que é preciso preparar a partir do zero.
Sem submarinos, a nossa capacidade de defesa contra submarinos - a arma
mais temida no mar - seria totalmente ineficaz.

António José de Matos Nunes da Silv C/Alm Ref



Transcrevemos com muito gosto o texto do Sr. Ten/Cor Pilav (Ref) João José Brandão Ferreira transcrito das Farpas:

Farpas Actualidade November 6, 2010 at 10:39pm

Assunto: Submarinos

Alguém acredita que se tivéssemos políticos e partidos do “calibre actual”, no século XV, alguma vez Vasco da Gama teria, não direi, chegado à Índia, mas sequer saído a barra do Tejo?


Já demos que sobre para este peditório, mas enfim, uma esmola mais não fica mal a ninguém.

Já não bastava que o processo de substituição da anterior esquadrilha de submarinos (Portugal tem submersíveis desde 1913, primeiro que a Espanha), se tivesse arrastado entre as mais diversas peripécias, durante cerca de 15 anos; que politicamente nunca se tivesse explicado devidamente todo este assunto; que nunca houvesse defesa institucional consistente; que tivessem “inventado” um sistema de financiamento perigoso e caro mais próprio de uma empresa de vão de escada do que de um estado soberano; que tenha havido oficiais generais a discordarem na praça pública da compra dos submarinos, já depois da decisão tomada; que o número de unidades tenha sido reduzido de três para duas, mutilando a nova esquadrilha de coerência operacional; que o lançamento à água dos novos submarinos que deveria constituir um momento de orgulho nacional, se fizesse na semi clandestinidade, etc., etc., para agora que é preciso começar a pagá-los, estando estes já a fazerem provas de mar, corram os mais insistentes boatos que o governo os quer vender! Isto não é sério, mas tem que ser levado a sério.

E no momento em que se descobre que é preciso dinheiro para os pagar – que ninguém acautelou, apesar de estar previsto nas Leis de Programação Militar que, aliás, também não são para levar a sério – desabam na imprensa notícias, em momento político delicado, de que há eventuais suspeitas de “fraude”/corrupção sobre o ministro que, mal ou bem, teve a coragem de assinar o contrato, e gera-se a maior confusão, com ameaça de processos judiciais, relativamente a falhas grosseiras no cumprimento das contrapartidas contratuais.


No auge da confusão de um jantar/convívio/debate/arruada/comício, em que é fértil a nossa vida partidária, o presidente do PS, Dr. Almeida Santos – que já foi nº dois da hierarquia do Estado – pergunta-se a si próprio se é burro, já que lhe escapa a necessidade do país ter submarinos, e nem vale a pena analisar os termos em que o fez, embora fosse curioso saber quem lhe encomendou o sermão.

O Dr. Almeida Santos seguramente que não é burro, no sentido popular do termo que significa não ser lerdo no entendimento das coisas ou a na verbalização das ideias; não tenho dados para saber se é inteligente, mas é seguramente esperto, senão não tinha tido a vida que teve. Mas, no caso vertente, é ignorante - um ignorante atrevidote. E foi pena que o Almirante Chefe da Armada, questionado sobre a questão, não lhe tenha respondido à letra. Compreendemos a delicadeza da questão, mas é por causa destas e muitas outras que os atrevidotes ignorantes (ou pior do que isso), continuam a dizer e a fazer coisas que vão desgraçando a Nação, com total impunidade. Um dia alguém vai ter que se sacrificar…

Mas vamos lá condensar rapidamente as razões porque necessitamos dos submarinos (e ainda de muito mais), pois parece que ninguém quer assumir estas coisas.

Como se sabe as FAs servem em tempo de guerra para combater, pela violência, os inimigos e em tempo de paz, para pôr em respeito os amigos. Neste âmbito devem constituir-se como elemento fundamentais de soberania, dissuasão, segurança e uma outra coisa que se deixou de falar, que é serem garantes da “unidade do Estado”.

Ora podemos elaborar sobre uma quantidade de missões que os submarinos podem fazer ou ajudar a fazer:

- Manter uma escola de saber centenária;

- Garantir treino autónomo (inclui outros Ramos);

- Valorizar a componente de navios de superfície (sem o seu apoio pouco vale);

- Projectar Poder;

- Obter capacidade de dissuasão autónoma (único meio que Portugal terá, juntamente com os F-16);

- Aumentar as opções tácticas e até estratégicas;

- Vigiar as águas territoriais e a enorme ZEE de que dispomos e, também, a plataforma continental (cerca de três milhões de Km2);

- Ajudar a garantir a navegabilidade de linhas de comunicação marítima de interesse nacional;

- Colaborar no combate ao contrabando e tráfego de droga;

- Aumentar as opções em termos de operações especiais, etc.

Mas as razões principais são de estratégia pura e dura, que derivam de uma “ditadura” geográfica, que gera uma realidade geopolítica que não podemos contornar, e que é perfeitamente entendível em duas frases de portugueses ilustres de antanho. São eles o cronista Gomes Eanes de Azurara “por um lado nos cerca o mar e por outro temos muro no reino de Castela”; e D. João II, “conter Castela em terra e batê-la no mar”.

Isto quer dizer, em termos simples, que só temos fronteira com um único país (quatro a cinco vezes mais poderoso) e que não podemos fechar a fronteira marítima que é não só a nossa janela de liberdade como de oportunidade. E político português que não saiba isto ou não perceba isto, é indigno de ocupar qualquer cargo de responsabilidade. Percebe-se que seja política e diplomaticamente melindroso, quiçá inconveniente, assumir isto publicamente, por isso é que temos que formar elites que saibam estas e outras coisas básicas, que devem constituir os nossos “segredos de família”.


Não se pode, é ainda por cima, andar a fazer chicana política com coisas sérias. E para o caso de ninguém neste desconchavado país que ainda é o nosso, se ter dado conta, a Espanha está em vias de possuir duas fortíssimas “task force”, uma no Atlântico e outra no Mediterrâneo, com um porta-aviões cada e numerosos vasos de guerra de superfície e submarina, do mais moderno que há no mundo. Não pagam em leasing e não há notícias de contestação.


Por tudo isto faz todo o sentido que os novos submarinos “Arpão” e “Tridente” sejam aumentados ao efectivo da “Briosa” e que a população se reveja neles e acarinhe as guarnições, porque na roda do leme, continua lá escrito “A Pátria honrai que a Pátria vos contempla”.

O que não faz sentido é gastar-se biliões de contos, por exemplo, no sistema educativo e o resultado ser a medíocre formação da grande maioria dos nossos jovens em termos culturais, físicos, morais, cívicos, ou seja em todos os âmbitos que devem fazer parte da formação de um cidadão completo.


O que não faz sentido é ter submarinos e depois não os operar de um modo eficaz (que não eficiente), não haver gente que se proponha a arriscar a vida a operá-los ou, sendo necessário, não existir liderança com coragem para mandar disparar. Isto sim, seria um desperdício.

Não querer submarinos é renunciar à independência. E, calhando, é isto mesmo o que está em causa.

Gostaria de voltar a ter gente séria a governar o meu país.

João José Brandão Ferreira

TCor Pilav (Ref)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Desenvolvimento rural em debate.

Desenvolvimento Rual.

Realizou-se nesta terça feira, dia 24 de Maio, na EPDRA, uma Palestra sobre este tema, a EPDRA situa-se na Herdade da Murteira, na localidade de Mouriscas, Abrantes, esta Escola iniciou a sua actividade no ano lectivo 1989/1990 com uma turma de 20 alunos do ensino profissional do curso Técnico de Gestão Agrícola.
Segundo o seu Director actual, Eng. João Quinas, é uma escola pública que funciona sem qualquer comparticipação do Estado, unicamente com base em protocolos e fundos europeus, tem também alunos de vários países dos PALOPS, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor e Guiné-Bissau. Os alunos têm subsídio de alojamento e alimentação, ao abrigo destes acordos. A EPDRA, está vocacionada para a formação, entre outros de, Técnico de Turismo Ambiental e Rural e Técnico de Gestão e Recuperação de Espaços Verdes, mais esclarecimentos em (www.epdra.pt) foi-nos proporcionada uma visita as instalações e várias dependências agrícolas da escola, onde são ministradas as modernas técnicas de cultivo, em ambiente biológico natural, os animais também têm a sua parte activa na formação dos alunos, com ovelhas, cabras, vacas, e cavalos onde cada aluno tem o seu animal (cavalo) distribuído e do qual cuida, dando a alimentação e banho, cuidando da limpeza, limpando e fazendo a cama de novo.

Teve início de seguida a palestra, muito animada, com os dois oradores, a demonstrar, segundo a sua óptica qual é o melhor método para que o país possa ser auto-suficiente em matéria alimentar, depois de um breve debate deu-se por terminada a secção.
O Sr. Director da EPDRA, Eng. João Quinas, apresentando os oradores convidados, Dr. Sergio Ribeiro em representação do PCP, e Dr. José Vasco Matafome em representação do CDS-PP.

Os oradores convidados com o moderador Aluno André.

Uma linda composição com alguns produtos horticolas produzidos na EPDRA

Uma panoramica da assistencia.


sábado, 14 de maio de 2011

Jantar comemorativo no Restaurante Gaveto.

Discurso aos Militantes de Abrantes,  08/05/2011

Em primeiro lugar quero agradecer a todos a vossa presença neste Domingo.

Ao Dr. José Ribeiro e Castro por mais uma vez nos honrar com a sua presença.

A distinta comunicação social independente deste Concelho, o jornal A Barca e á Rádio Tágide.

Aos funcionários do restaurante o Gaveto

Aos proprietários do restaurante o Gaveto, que também pensam como nós

Á juventude Popular de Abrantes

Às Sras. e Srs. Militantes e simpatizantes da nossa Concelhia.



Faz um ano que esta equipe foi eleita.

 Um ano de muitas actividades e de muitos eventos.

 Um ano durante o qual passamos a ser conhecidos por todas as estruturas do cdspp em todo o País.

Um ano em que passamos de 38 Militantes para 140

Um ano em que a juventude Popular passou de 15 para 160.

Um ano em que passamos a ter um conselheiro nacional

Um ano em que apresentamos ao congresso de Viseu uma POPS sobre agricultura, a primeira do distrito, e que foi votada e aprovada.



NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA

NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA EM ABRANTES

NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA PARA O PAÍS



Dentro dos partidos é preciso ter força.

A força não nos é dada, pelo contrário, é ganha;

É ganha com os militantes e a sua militância.

É ganha com a representatividade.

É ganha com os resultados.



As estruturas só se alteram por dentro.

Peço a todos os Militantes para nos trazerem mais Militantes, mais mulheres mais homens mais jovens, para que Abrantes tenha a força e o poder para influenciar e alterar o que for necessário defendendo assim os seus eleitores e munícipes.



Os partidos são importantes, transversais ao tempo, normalmente mais fechados às ideias novas. O compromisso, o saber fazer e o conhecer, só pode ser exercido com a proximidade, por quem é daqui, por quem conhecemos, a quem podemos apontar, a quem nos deve o lugar e tem consciência disso, a quem podemos cobrar.

181 Deputados sim, mas mais 1 por cada círculo eleitoral, uninominal eleito directamente.

NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA PARA ABRANTES



Em Janeiro vamos iniciar o processo para as listas autárquicas.

Até lá contamos com todos, porque esta é uma tarefa de grupo é um dever de todos, é uma responsabilidade que vamos e queremos partilhar com todos os Militantes.

Todas as listas, sem excepção serão submetidas á aprovação da assembleia de militantes. É por isso que somos a alternativa a este executivo Camarário que como o governo está caduco, amarrado aos compromissos pouco claros de tantos anos de poder.

Está caduco, sem ideias, não fixa empresas, não promove o emprego e o crescimento económico, que como este governo não desenvolveu o sector produtivo, porque só este pode levar gerar riqueza e emprego.

Pelo contrário, aumentaram o nº de empresas Municipais com duplicação de serviços ou funções, aumentou a despesa na câmara de Abrantes em 39% e cl aumentaram os impostos municipais para o máximo permitido por lei e como se não bastasse o preço da água duplicou e em alguns casos triplicou.



NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA PARA ABRANTES

NÓS CDS-PP SOMOS A ALTERNATIVA PARA O PAÍS



Este ciclo político chegou ao fim.



São precisas:

 Novas ideiam.

Outro tipo de atitudes, e comportamentos.

Outras maneiras de pensar o presente e o futuro.

É PRECISO SER PRAGMATICO E REALISTA



PRIMEIRO EM ABRANTES

DEPOIS NO PARTIDO

E POR FIM NO PAÍS.



VIVA ABRANTES

VIVA O CDS-PP

VIVA PORTUGAL


terça-feira, 26 de abril de 2011

Discurso da Deputada Municípal do CDS-PP na A.M. dia 25 de Abril.


Ex.mos Senhor Presidente e Membros da Mesa da Assembleia Municípal
Ex.ma. Senhora Presidente e Vereadores da C.M. Abrantes.
Ex.mos Senhores Deputados Municípais.
Caros Municípes.

Encontramo-nos reunidos para comemorar o 25 de Abril de 1974.

170.000 Milhões de dívida externa, o FMI pela terceira vez, a vergonha das contas dos Estado que não batem certas e as mentiras justificadas pelo bem da Nação.

Parabéns!

Parabéns a todos os tecnocratas e a todos os governantes, em geral, e aos presentes em particular.

Em nome da Pátria, do estado social, do emprego e da nossa soberania, não há duvida, foi feito um trabalho exemplar!...

Felizmente ainda há solução: planeamento, organização, funcionalidade, meritocracia e produtividade, em suma, as medidas necessárias para recuperar estes 37 anos de desperdício de oligopólios e de pretensos defensores do povo, que só serviram para estrangular a economia, enriquecerem e limitarem o pensamento dos Portugueses. Os mesmos Portugueses, que deixaram na miséria, sem trabalho, sem saúde, sem educação, sem justiça, sem segurança, e sem a esperança de encontrar uma solução!
O actual chefe do governo britânico, David Cameron, quando chegou ao poder, após longos anos de governos socialistas, afirmou que os governantes, que deixaram o país com elevadas dívidas, devem ser impedidos de voltar a governar enquanto tais dívidas não forem integralmente saldadas.
Quando o Estado e o governo deixam de servir o povo, e passa a ser o povo a servir o Estado e o governo, é preciso mudar o tipo de estado e, sobretudo, o tipo de governo.

O IMPASSE EM QUE PORTUGAL SE ENCONTRA É TREMENDO.

Vamos dar as mãos para reconstruir Portugal.

Com menos compadrio, mais verdade, mais solidariedade, mais justiça, mais segurança, mais responsabilidade social e privada.
Trabalhando seriamente, contribuindo para o bem comum e não apenas para o próprio. São estes os valores que o CDS-PP quer implantar na sociedade portuguesa e que nos conduzirão a uma vida mais estável e mais feliz!

Dia 5 de Junho vamos todos votar, este direito que é sobretudo um dever cívico, vamos votar, com consciência, com maturidade, sem clubismos, em quem nos pode dar uma outra solução:

Um Portugal melhor!

Viva o CDS-PP!

Viva PORTUGAL!

Matilde Neto Pádua

Deputada à Assembleia Municípal de Abrantes, pelo CDS-PP

domingo, 24 de abril de 2011

Pascoa Feliz




A Concelhia de Abrantes, do CDS-PP,  deseja a todos os militantes e suas famílias, simpatizantes e amigos uma Santa e feliz Pascoa.








quarta-feira, 20 de abril de 2011

Caros Militantes.


A campanha vai começar quinta-feira dia 21  no Sardoal às 19 junto ao pelourinho.

Sábado dia 23 às 17 horas em Constância junto ao tribunal.

Domingo dia 24 às 15 horas junto á Óptica Alípios, (entrada do chafariz em Abrantes) vamos preparar a sede para ser aberta durante a semana. Precisamos de todos.

É o momento de podermos fazer alguma coisa pelo cdspp e pelo país.

Entre em contacto com, José Vasco Matafome, pelo tel. 932066510 para confirmar a presença em qualquer dos eventos, ou para dizer que não pode.
Cada um participará na medida do seu possível, mas o importante é que participe.
Estabelecemos uma meta para a nossa concelhia, de 20%- vamos trabalhar!

                                               José Vasco Matafome
                                   Presidente da Concelhia de Abrantes
                                     

sexta-feira, 15 de abril de 2011

FILIPE LOBO D’ÁVILA

Caras (os) amigas (os) militantes do CDS.
Ao longo deste ano e meio procurei exercer o mandato de deputado com grande proximidade ao Distrito de Santarém, de acordo com as preocupações reais das pessoas dos 21 concelhos do Distrito e de acordo com os compromissos eleitorais assumidos pelo CDS em 2009. Julgo que aquilo que verdadeiramente marca a diferença nos dias que correm, é o conseguir estar à altura dos compromissos eleitorais que são assumidos. Julgo que o CDS se pode orgulhar disso e se pode orgulhar do trabalho feito no Parlamento. Com menos de 10% dos deputados (21 em 230) o CDS foi responsável por 30% das iniciativas legislativas e por 40% das acções de fiscalização do Governo (perguntas e requerimentos). Neste contexto, queria que soubessem que, como Deputado do CDS de Santarém, apresentei mais de 570 perguntas e requerimentos, mais de 130 projectos de lei, mais de 140 projectos de resolução, 15 pedidos de apreciação parlamentar e fiz mais de 30 intervenções em plenário. Fiz parte da Comissão de Assuntos Constitucionais, da Comissão de Negócios Estrangeiros, da Comissão Eventual de acompanhamento do fenómeno da corrupção, da Comissão de Revisão Constitucional e da Comissão de Agricultura. Fiz parte de mais de 5 Grupos de Trabalho (ex. o GT para a criação dos tribunais de competência especializada em Santarém). Abordei temas nacionais que também dizem directamente respeito ao Distrito de Santarém como o aumento da insegurança, o aumento do desemprego, o aumento das insolvências, o abandono dos agricultores, a incompetência do Ministério da Agricultura, a dependência alimentar, os mega agrupamentos escolares ou mesmo a situação caótica da nossa Justiça. Apresentei igualmente um projecto de lei de revisão da polémica lei das armas que no consulado socialista, como sabemos, contribuiu para estrangular o sector da caça, diminuiu para metade o número de caçadores e confundiu caçadores com potenciais criminosos. Aliás, nesta matéria da caça, e por iniciativa do CDS, conseguiu-se corrigir um erro de origem cometido pelo Governo Socialista e procurou-se colocar a lei ao serviço de uma actividade que pode ajudar a gerar riqueza, sobretudo, numa época de grandes restrições económicas. No âmbito do combate à corrupção, conseguimos igualmente aprovar o novo crime urbanístico, crime que venho defendendo e que poderá contribuir para corrigir no futuro muitos dos problemas urbanísticos do nosso País e contribuir para uma nova moralização. Mas também debrucei-me sobre temas específicos e concretos do Distrito de Santarém como as acessibilidades a Alcanede (ex. ER 361), a situação crítica dos Bombeiros do Distrito, a degradação do Convento de Santa Iria, o futuro do Convento de Cristo, o abandono evidente de muitos dos centros históricos das nossas cidades, a antiga questão das barreiras de Santarém e as demolições na Rua de Santa Margarida, a ponte de Constância e o seu impacto na vida das famílias e empresas da região, o desmantelamento de muitos dos serviços de saúde de diferentes concelhos (ex:Coruche), a onda de assaltos verificada por muitos dos concelhos do Distrito (ex. Alpiarça, Abrantes, Almeirim, Cartaxo, Coruche e Constância), os postos de segurança e o reforço dos contingentes das forças de segurança do Distrito (ex: a situação de Alcanede ou mesmo do Entroncamento), os atrasos no pagamento das indemnizações do tornado de 2008, a criação de uma secção do tribunal administrativo e fiscal de Leiria em Santarém ou mesmo o regresso de Mação ao Médio Tejo. Procurei não defraudar as expectativas daqueles que quiseram devolver ao Parlamento Português o Deputado do CDS de Santarém. Procurei ser um Deputado com trabalho feito e com trabalho que pudesse ser escrutinado por todos.
Há dois anos atrás, com a ajuda de muitos, com uma campanha de rua e de contacto directo com as pessoas, conseguimos recuperar o deputado do CDS de Santarém.
Queria que soubessem – conforme tem sido habitual nos meus contactos regulares com os militantes – que ontem mesmo aceitei o desafio lançado pelo Paulo Portas de encabeçar novamente as listas do CDS do Distrito de Santarém. Faço-o com muito orgulho. Faço-o sentindo-me parte integrante da família do Distrito de Santarém. E faço-o com muita vontade de, não só consolidar o resultado obtido em 2009, mas também de conseguir dar expressão a uma nova ambição do CDS. Crescer para influenciar o nosso futuro.
Acho sinceramente que o CDS pode fazer a diferença.
A diferença que é precisa.
Neste novo caminho, peço a ajuda de todos.
Continuam a contar com todo o meu empenho.
Com um forte abraço Filipe Lobo d’ Ávila

Santarém, 12 Abr. 2011