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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Lei das Armas: CDS acusa que proposta do Governo sobre aumento de taxas é um "atentado aos caçadores"

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Paulo Portas quer um ministro da Agricultura com peso político forte no próximo Governo.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
TGV: CDS questiona avanços quando acordo entre PS e PSD previa "reavaliação" e alerta para endividamento excessivo.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
30 Anos de Música Portuguesa
CDS vai abster-se na moção de censura do BE "que não é a sério"
O CDS-PP divulgou esta segunda-feira em comunicado que vai optar pela "abstenção" na votação da moção de censura ao Governo que será apresentada pelo Bloco de Esquerda.
No documento o CDS afirma que "rapidamente se percebeu que a moção de censura era teatro" e que "o anúncio foi seguido por uma bizarra sucessão de declarações de dirigentes do Bloco de Esquerda, segundo as quais a referida moção não tem por objectivo a queda do Primeiro-Ministro, não visa a substituição do Governo, nem pretende devolver a palavra aos Portugueses, mediante eleições".
"O Bloco de Esquerda diz que quer censurar José Sócrates, mas afinal quer mantê-lo no poder; sabe que precisa de apoios para a sua iniciativa, mas afasta-os", diz o comunicado.
O partido defende que "as moções de censura não devem ser tácticas, tantas são as dificuldades que tantos Portugueses atravessam. Por isso, só interessam as que promovam uma mudança política efectiva. Se o Bloco de Esquerda não quer substituir José Sócrates, está a fazer-lhe, provisoriamente, um favor".
Neste comunicado, o CDS adianta que quando anunciou a moção, o BE conhecia a posição do partido liderado por Paulo Portas.
"Se não fossem sectários, se quisessem mesmo dar aos Portugueses o direito democrático de se desembaraçar deste Primeiro-Ministro, sabiam que teriam uma reacção positiva da nossa parte. Deliberadamente, não a quiseram. Fica até a ideia de que, se o CDS ou porventura o PSD votassem favoravelmente a moção, o Bloco correria aflito a retirá-la".
"O CDS, evidentemente, desvaloriza uma moção de censura que não é a sério. A abstenção é o voto possível", adianta o comunicado, mas o partido "reafirma que está disponível para avaliar favoravelmente iniciativas que não sejam sectárias nem tácticas".
O partido ainda que se "reserva o direito" de "tomar iniciativas sérias e consensuais que promovam efectivamente a mudança de ciclo político, a saída do Primeiro-Ministro, e o termo desta política".
Terça, 15 Fevereiro 2011
CDS com IOL.pt
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
CDS chama Rui Pereira ao Parlamento por causa do caso dos radares da costa.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Paulo Portas anuncia segunda-feira posição do CDS sobre a moção de censura.
Domingo, 13 Fevereiro
CDS
CDS: Paulo Portas reeleito com 95% dos votos.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
CONVOCATÓRIA DIRECTAS 2011
Comissão Organizadora das Directas e do Congresso
O Conselho Nacional de 20 de Dezembro de 2010 determinou a Eleição Directa do Presidente do Partido para o próximo dia 12 de Fevereiro de 2011, e a realização do XXIV Congresso Nacional para os dias 19 e 20 de Março de 2011, tendo aprovado nesse sentido, os respectivos Regulamentos (de Eleição Directa, dos Delegados e do XXIV Congresso Nacional, disponíveis em (http://www.cds.pt/).
Assim, nos termos do n.º 1 do art. 3.º do Regulamento de Eleição Directa do Presidente do Partido e do n.º 1, do Artigo 9.º do Regulamento de Eleição dos Delegados do XXIV Congresso Nacional, convoco o Plenário de Militantes do Partido para reunir no próximo dia 12 de Fevereiro de 2011, entre as 15H e as 20H, nos locais constantes do Quadro em Anexo, com a seguinte:
Ponto 1. Eleição Directa do Presidente do Partido;
Ponto 2. Eleição de Delegados ao XXIV Congresso Nacional.
Lisboa, 17 de Janeiro de 2011.
Lino Ramos
Rossio ao Sul do Tejo – Abrantes
Concelho: Vila Nova da Barquinha, Constância, Entroncamento, tomar e Ferreira do Zêzere.
- Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Convocatória para as IV Directas 2011.
O Presidente do CDS-PP Dr. Paulo Portas vai reunir, dia 08 de Fev. 2011 pelas 20H30 na Freguesia de Fátima, com militantes dos Distritos de Leiria e Santarém, na qualidade de candidato à Presidência do CDS-PP, para apresentar o Documento de Orientação Política.
Parlamento aprovada projecto do CDS para que Governo reforce meios de combate aos roubos em ourivesarias.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Paulo Portas diz que não deixará que PSD extinga Ministério da Agricultura
O Presidente do CDS-PP, Dr. Paulo Portas, afirmou este Sábado que a intenção do PSD de extinguir o Ministério da Agricultura, é exemplo da forma como os sociais-democratas rejeitaram a sua proposta de "um esforço comum" entre os dois partidos.
Recordando ter feito uma proposta no sentido de haver um diálogo "política a política, sector a sector, que beneficiasse o país", Paulo Portas lamentou-se, pois "o PSD entendeu que não era esse o caminho".
Face a isto, Portas deixou hoje a promessa: "Não deixarei que isso aconteça".
"O PSD quer extinguir o ministério da Agricultura. Não posso estar de acordo", sublinhou Portas, para quem "Portugal precisa como de pão para a boca de exportar mais".
Para isso, "a agricultura é fundamental e tem que estar no Conselho de Ministros", defendeu, numa visita à DiviMinho, em Vila Verde, distrito de Braga.
Paulo Portas, que se deslocou a Vila Verde no âmbito da sua campanha para as eleições internas do CDS-PP, às quais é o único candidato, classificou a política contributiva do Governo de "barbaridade", considerando que "pedir 50% do esforço de uma pessoa para impostos" é um bom exemplo do que é o socialismo.
Portas, que falava à margem da visita ao complexo da Diviminho, frisou não ser justo "cobrar 29% em segurança social, mais 21,5% em sede de IRS" a "jovens que estão a recibo verde" e a outros profissionais "com salários que às vezes não excedem os 1.200 euros".
Esta política contributiva de "estar a pedir 50% do esforço de uma pessoa em impostos, chama-se 'socialismo'", afirmou, garantindo que esta política não tem o seu aval.
Domingo, 06 Fevereiro 2011 20:55
CDS com DD
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ÉVORA - Directas 2011: hoje encontro com os militantes do Alentejo.
Paulo Portas: Desemprego é "o problema social mais sério" e defende Governo mais reduzido
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O CDS-PP quer revogar artigo sobre recibos verdes no código contributivo.
O CDS-PP quer revogar o artigo relativo aos recibos verdes no novo código contributivo que causa "um aumento brutal" das contribuições para a segurança social, anunciou esta segunda-feira o Presidente centrista Paulo Portas.
Através de um Projecto de Resolução que será debatido na próxima quinta feira num agendamento potestativo (direito dos grupos parlamentares a definirem a discussão no
plenário) o CDS defende a revogação do artigo relativo aos recibos verdes no código contributivo em vigor desde o início do ano.
"Queremos pôr o dedo na ferida, tentar evitar uma injustiça, proteger quem está a recibos verdes e fazer o que está ao nosso alcance para evitar este aumento brutal das contribuições para quem tem rendimentos que são até abaixo da média", disse Paulo Portas, que anunciou ainda que a petição lançada pelo CDS-PP contra o Código Contributivo já reuniu mais de 14 mil assinaturas.
Para os democratas cristãos, mais de um milhão de portugueses a recibos verdes estão confrontados, a partir deste ano, com "um aumento em cascata das contribuições
totalmente irrazoável".
O líder do CDS deu vários exemplos das consequências da aplicação do novo Código Contributivo e que classifica de "espoliação fiscal" e "confisco".
Um jovem que ganhe mil euros descontava 159 euros para a Segurança Social e, a partir deste ano, vai passar a pagar 186 euros e 248 euros em 2012, referiu.
Um agricultor com um volume de negócios mensal de nove mil euros (mas com rendimento efectivo de 900 euros, depois de pagar salários, aos fornecedores e custos com energia) descontava 149 euros e vai ver as contribuições aumentar até 474 euros em 2014, ao passo que o proprietário de um café com um volume de negócios de dez mil euros e um rendimento de mil euros pagava 159 euros, mas vai passar a descontar 496 euros dentro de três anos.
"É escandaloso que se peça a uma pessoa que ganha mil euros quase um terço do seu rendimento", afirmou Paulo Portas, que considera que está em causa "o valor da mobilidade social, ou seja, o direito de cada cidadão subir modestamente na vida através do trabalho".
Criticando PS, PSD, Bloco de Esquerda e PCP por terem viabilizado o novo Código Contributivo, Paulo Portas disse esperar "bom senso" destes partidos para que seja possível obter um consenso sobre a proposta da bancada centrista.
O aumento das contribuições que decorre do novo código, "numa situação económica que vai a caminho da estagnação ou mesmo da recessão", é "um erro" e vai causar, sublinhou Paulo Portas, um aumento do desemprego, o encerramento de "muitos pequenos negócios" e a um "crescimento da evasão fiscal e da informalidade da
economia".
2011 12:39
CDS com JN.pt