Foi de resto para isso, que o Dr. Paulo Portas veio ao Jantar de Apresentação da Candidatura CDS/PP, em 13 de Fevereiro deste ano.
..
Não é propósito sério e que se recomende, que quem se apresentou candidato não militante, "porque acreditava nos valores do CDS", e outro candidato militante e dirigente da concelhia, pudessem a meio da candidatura rasgar os compromissos assumidos com os seus companheiros candidatos e sem dar satisfação, sequer, ao cabeça de lista do CDS/PP, que ainda por cima é o presidente da Concelhia de Abrantes do CDS/PP, tomassem a seu cargo e iniciativa pessoal, a decisão de irem ao escritório do candidato do PSD (como o próprio confirmou, provando que sabia que nessa delegação não iria estar o presidente da Concelhia CDS, pois sublinhou o pormenor que ao fim e ao cabo o desmascarou, ao dizer com ênfase, que "nunca se sentaria à mesma mesa com João Pico", logo sabia de antemão que este dirigente máximo do CDS iria estar fora da dita reunião...) para proporem "uma suposta coligação", à revelia de todos os outros candidatos do CDS/PP.
Essa postura, só prova falta de seriedade.
Só pessoas sem experiência de vida ou por outro motivo menos próprio, é que podem partir para uma negociação condenada ao insucesso e passível de vir a ser coberta de ridículo, como foi neste triste caso.
As coligações de que há notícia, sempre se fizeram antes de qualquer apresentação pública com candidatos próprios dos respectivos partidos.
Foi assim em Lisboa, onde só houve um candidato apresentado e anunciado. O mesmo sucedeu no Porto e em Rio Maior ou na Barquinha.
Nestes quatro concelhos, para não irmos a outros exemplos, nunca esteve o Dr. Paulo Portas antes, a confirmar os candidatos do CDS/PP, para depois deixar ao "arbítrio" de dois outros candidatos não mandatados a sorte da candidatura de outras dezenas de candidatos militantes e outros não militantes do CDS/PP.
Por aqui se vê, a "ingenuidade" desta tentativa que comprovou o descrédito e a falta de senso de quem a animou.
O CDS/PP é um partido sério e credível, que não pode andar à deriva. Nem podia nunca deixar "apeados" dezenas de candidatas e candidatos, que por todo o concelho se dispuseram em situações muito corajosas, a aceitarem a candidatura pelo CDS/PP. Nenhum candidato, em momento algum, veio dizer que preferia ser candidato de uma coligação com o PSD, quando alguns até estiveram antes mais próximos do PS. Até por este pormenor, se reforça ainda mais o repúdio por esta forma espúria de fazer coligações.
Como ficou provado na reunião de sábado na sala da Residencial Lírius, com candidatos municipais e das várias freguesias já anunciadas, ninguém mostrou apreço por esta proposta espúria. Bem pelo contrário, apoiaram definitivamente, a candidatura do CDS/PP com João Pico em cabeça de lista à Câmara, e seu número dois Abílio Pombinho que secretariou a reunião, com a Drª Matilde Lino Netto Pádua, cabeça de lista à Assembleia Municipal, com o nº 2, Dr. Jorge Tavares, ausente em férias, e nº 3, a jovem estudante de Direito, Solange Cruz.
Assim se vê a força do CDS/PP.
O tempo de andar a "entregar de bandeja" os candidatos para o PSD, não voltará mais a ABRANTES.
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terça-feira, 30 de junho de 2009
O futuro mora em Abrantes - com o CDS/PP, quer queiram, quer NÃO!

Apesar dos atropelos e das tentativas de denegrirem a candidatura Abrantes Popular, os candidatos das diversas listas à Câmara, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia, no passado sábado, em reunião geral de trabalho, reiteraram e apoiaram as medidas julgadas necessárias de forma a por cobro às ditas manobras.
"Construa a sua própria casa na sua própria Freguesia"
"Construa a sua própria casa na sua própria Freguesia"
O futuro mora em Abrantes - Com o CDS/PP, quer queiram, quer NÃO!!!
Reunião de trabalho com candidatos do Abrantes Popular
sábado, 27 de junho de 2009
O CDS-PP manifestou este Sábado satisfação com a data escolhida pelo Presidente da República para as Eleições Legislativas no dia 27 de Setembro.
O porta-voz do partido, Pedro Mota Soares, disse que o Presidente da República «demonstrou um enorme isenção e independência» ao escolher uma das datas que o CDS também havia proposto.
«Esta data serve melhor porque permite que o próximo governo possa apresentar o seu Orçamento de Estado em tempo útil», afirmou.
Pedro Mota Soares justificou ainda a importância das eleições legislativas e autárquicas realizarem-se em dias diferentes.
«Com as eleições legislativas mais cedo, o próximo Governo terá condições para atempadamemte fazer um Orçamento de Estado para 2010, apresentá-lo e discuti-lo na Assembleia da República nos prazos normais», referiu.
«Estamos a falar de aspectos muitos diferentes para o país e é importante que não haja uma confusão entre as duas campanhas», acrescentou.
CDS com DD
O porta-voz do partido, Pedro Mota Soares, disse que o Presidente da República «demonstrou um enorme isenção e independência» ao escolher uma das datas que o CDS também havia proposto.
«Esta data serve melhor porque permite que o próximo governo possa apresentar o seu Orçamento de Estado em tempo útil», afirmou.
Pedro Mota Soares justificou ainda a importância das eleições legislativas e autárquicas realizarem-se em dias diferentes.
«Com as eleições legislativas mais cedo, o próximo Governo terá condições para atempadamemte fazer um Orçamento de Estado para 2010, apresentá-lo e discuti-lo na Assembleia da República nos prazos normais», referiu.
«Estamos a falar de aspectos muitos diferentes para o país e é importante que não haja uma confusão entre as duas campanhas», acrescentou.
CDS com DD
Matilde Lino Netto Pádua Ramos é a cabeça de lista à Assembleia Municipal pelo CDS/PP
NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL PELO CDS/PP Neta do Dr. Lino Netto, parlamentar da I República, cuja biografia irá ser apresentada em livro no próximo dia 5 de Outubro, destacou-se ainda como o grande impulsionador da construção da Igreja em Alvega e da famosa e importante Associação de Regantes de Alvega.
Filha do muito estimado médico, Dr. Manuel Pádua Ramos, que se fixou em Rio de Moinhos, onde a candidata nasceu e cresceu, seu pai percorria a cavalo, freguesias como Martinchel e Aldeia de Mato, onde visitava os seus doentes e dava as suas consultas em uma outra casa particular cedida para o efeito.
A Drª Matilde Lino Netto Pádua é licenciada em Economia e vice-presidente de uma Associação Humanitária das Irmãs Doroteias, para além de ser sócia gerente de uma empresa de Administração de Condomínios. É pois possuidora de um percurso que a liga familiarmente, aos actos mais nobres da vida e da cidadania exemplar que percorreu por Abrantes,onde estudou, e ainda de uma postura pessoal que muito nos honra com as suas qualidades e a com a sua humildade e bondade no trato pessoal.
É ainda amiga pessoal da nossa Mandatária D. Natália Maggiollo Gouveia.
(www.abrantes-popular.blogspot.com)
Filha do muito estimado médico, Dr. Manuel Pádua Ramos, que se fixou em Rio de Moinhos, onde a candidata nasceu e cresceu, seu pai percorria a cavalo, freguesias como Martinchel e Aldeia de Mato, onde visitava os seus doentes e dava as suas consultas em uma outra casa particular cedida para o efeito.
A Drª Matilde Lino Netto Pádua é licenciada em Economia e vice-presidente de uma Associação Humanitária das Irmãs Doroteias, para além de ser sócia gerente de uma empresa de Administração de Condomínios. É pois possuidora de um percurso que a liga familiarmente, aos actos mais nobres da vida e da cidadania exemplar que percorreu por Abrantes,onde estudou, e ainda de uma postura pessoal que muito nos honra com as suas qualidades e a com a sua humildade e bondade no trato pessoal.
É ainda amiga pessoal da nossa Mandatária D. Natália Maggiollo Gouveia.
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Ninguém no CDS/PP está isento de cumprir e respeitar regras
O Sr. Eduardo Margarido deixou de ser o cabeça de lista à Assembleia Municipal de Abrantes pelo CDS/PP. Tendo sido convidado largos meses depois de anunciada a candidatura autónoma do CDS/PP, como independente, acabou por se deixar envolver por acções estranhas às directivas do CDS/PP, que culminaram numa reunião secreta, nocturna e ilegítima, no escritório do advogado candidato do PSD, sob o pretexto de promover uma coligação.
Com alguma ingenuidade e imaturidade política à mistura, por parte do Sr. Eduardo Margarido, a quem foi sempre dado um tratamento muito respeitoso no CDS/PP, verificou-se que da sua parte, nem sequer soube corresponder à amizade que lhe foi transmitida por todos os outros candidatos das listas CDS/PP, uma vez que essa sua iniciativa visava também eliminar ou descaracterizar as listas às juntas de freguesia, do CDS/PP, cujos componentes o respeitavam. Foi-lhe mesmo dado algum protagonismo, como ele nunca havia conhecido em sua vida e que ele, como decorre do sucedido, não soube estar à altura de o merecer.
Face ao atropelo que causou, e não se vislumbrando da sua parte qualquer arrependimento ou retratação pessoal, foi afastado da lista do CDS/PP. Ninguém está acima da lei ou das regras.
No CDS/PP de Abrantes, não se admitem atropelos desta ou de outra natureza. E as dezenas de candidatos que já se juntaram a nós têm que sentir que nesta concelhia há pessoas sérias e íntegras, que não os andam a levar ao engano ou ao logro, nem a manipulá-las.
Da parte do candidato do PSD, envolvido de corpo e alma, em todo este processo, só nos veio provar como a sua tão apregoada ética esconde uma desqualificada postura, ainda mais grave, por se tratar de um candidato à Câmara:
- Que é capaz de fazer na calada da noite e no seu escritório actos menos próprios de quem se candidata a governar um concelho.
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Com alguma ingenuidade e imaturidade política à mistura, por parte do Sr. Eduardo Margarido, a quem foi sempre dado um tratamento muito respeitoso no CDS/PP, verificou-se que da sua parte, nem sequer soube corresponder à amizade que lhe foi transmitida por todos os outros candidatos das listas CDS/PP, uma vez que essa sua iniciativa visava também eliminar ou descaracterizar as listas às juntas de freguesia, do CDS/PP, cujos componentes o respeitavam. Foi-lhe mesmo dado algum protagonismo, como ele nunca havia conhecido em sua vida e que ele, como decorre do sucedido, não soube estar à altura de o merecer.
Face ao atropelo que causou, e não se vislumbrando da sua parte qualquer arrependimento ou retratação pessoal, foi afastado da lista do CDS/PP. Ninguém está acima da lei ou das regras.
No CDS/PP de Abrantes, não se admitem atropelos desta ou de outra natureza. E as dezenas de candidatos que já se juntaram a nós têm que sentir que nesta concelhia há pessoas sérias e íntegras, que não os andam a levar ao engano ou ao logro, nem a manipulá-las.
Da parte do candidato do PSD, envolvido de corpo e alma, em todo este processo, só nos veio provar como a sua tão apregoada ética esconde uma desqualificada postura, ainda mais grave, por se tratar de um candidato à Câmara:
- Que é capaz de fazer na calada da noite e no seu escritório actos menos próprios de quem se candidata a governar um concelho.
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Um pequeno e breve debate sobre o projecto do Museu Ibérico, ontem no Castelo em Abrantes
O primeiro interveniente no debate foi João Pico, candidato à Câmara pelo CDS/PP, que centrou a sua crítica no isolamento que aquela implantação infeliz vai criar ao Centro Histórico da cidade, deixando o Jardim da República esquecido e sem acesso ao estacionamento das traseiras de S. Domingos.
O arquitecto Carrilho da Graça percebeu que as críticas de João Pico tinham fundamento e que este não apreciava muito a obra do edifício da Comunicação Social em Benfica, da autoria do arquitecto, quando estabeleceu algum paralelismo entre ambas.
Os outros candidatos à Câmara já nem abriram a boca...
Sugeriu João Pico, que aquela implantação deveria estar mais para poente no sentido da velha garagem dos Claras / Rodoviária. Contudo, ao contrário de alguém que quis deturpar o sentido das palavras de João Pico, este não defendeu a construção no local da velha Garagem, mas tão somente uma "amarração" a esta garagem ou um braço ou raiz que o ligasse ao que já foi uma sala de visitas de Abrantes e porque a mesma está numa zona de serviços muito movimnentada: Finanças, Notário, Conservatória e Tribunal e Esplanada 1º de Maio.
Quanto à altura defendeu não se sentir chocado, porque a matriz fundacional de Abrantes está na altitude e só ali estávamos no Castelo, precisamente pela altitude do mesmo que fez perpetuar a vida da cidade. De resto, a altitude também foram marcas usadas nas Igrejas de S. João e S. Vicente e no Teatro de S. Pedro.
O corte de acessos e o isolamento do Jardim da República é que era marcante e preocupante. O próprio Arqº Castelo Branco, ao que se sabe da candidatura PSD, acabou por fazer uma referência elogiosa à posição do Sr. João Pico, nesse debate, concordando com a observação feita pelo candidato do CDS/PP, no que toca ao isolamento. Note-se que o candidato do PSD entrou mudo e saiu calado. Não sabe ver estas coisas?! ...
Quanto à intervenção do candidato Indepente / socialista, deu um tiro no pé. Acabou por se reconhecer como o "pai da ideia" juntamente com o Dr. Nelson de Carvalho. Aquele cordão umbilical, uma vez cortado, irá deixar o candidato sem mais nada para dizer...
Mas ao contrário do que quis dar a entender, não foi ele ou Nelson de Carvalho quem se sentiu na obrigação de surpreender os doadores com um projecto novo, em S. Domingos. Ao invés, foram os doadores João Estrada e a pintora Lucília Moita que exigiram só aceitarem como local condigno para expôrem as suas obras e peças, o próprio Convento de S. Domingos. O que mostra a fraqueza negocial de ambos os autarcas... Aqui está um dado que há que sublinhar.
Era bom que o candidato independente / socialista soubesse pugnar por nova atitude, que o libertasse da mentira do "consulado de Nelson de Carvalho"...
Abrantes merecia isso mesmo.
Quanto aos outros candidatos, estando presentes, nada disseram.
O Abrantes Popular soube estar na defesa de Abrantes...
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O arquitecto Carrilho da Graça percebeu que as críticas de João Pico tinham fundamento e que este não apreciava muito a obra do edifício da Comunicação Social em Benfica, da autoria do arquitecto, quando estabeleceu algum paralelismo entre ambas.
Os outros candidatos à Câmara já nem abriram a boca...
Sugeriu João Pico, que aquela implantação deveria estar mais para poente no sentido da velha garagem dos Claras / Rodoviária. Contudo, ao contrário de alguém que quis deturpar o sentido das palavras de João Pico, este não defendeu a construção no local da velha Garagem, mas tão somente uma "amarração" a esta garagem ou um braço ou raiz que o ligasse ao que já foi uma sala de visitas de Abrantes e porque a mesma está numa zona de serviços muito movimnentada: Finanças, Notário, Conservatória e Tribunal e Esplanada 1º de Maio.
Quanto à altura defendeu não se sentir chocado, porque a matriz fundacional de Abrantes está na altitude e só ali estávamos no Castelo, precisamente pela altitude do mesmo que fez perpetuar a vida da cidade. De resto, a altitude também foram marcas usadas nas Igrejas de S. João e S. Vicente e no Teatro de S. Pedro.
O corte de acessos e o isolamento do Jardim da República é que era marcante e preocupante. O próprio Arqº Castelo Branco, ao que se sabe da candidatura PSD, acabou por fazer uma referência elogiosa à posição do Sr. João Pico, nesse debate, concordando com a observação feita pelo candidato do CDS/PP, no que toca ao isolamento. Note-se que o candidato do PSD entrou mudo e saiu calado. Não sabe ver estas coisas?! ...
Quanto à intervenção do candidato Indepente / socialista, deu um tiro no pé. Acabou por se reconhecer como o "pai da ideia" juntamente com o Dr. Nelson de Carvalho. Aquele cordão umbilical, uma vez cortado, irá deixar o candidato sem mais nada para dizer...
Mas ao contrário do que quis dar a entender, não foi ele ou Nelson de Carvalho quem se sentiu na obrigação de surpreender os doadores com um projecto novo, em S. Domingos. Ao invés, foram os doadores João Estrada e a pintora Lucília Moita que exigiram só aceitarem como local condigno para expôrem as suas obras e peças, o próprio Convento de S. Domingos. O que mostra a fraqueza negocial de ambos os autarcas... Aqui está um dado que há que sublinhar.
Era bom que o candidato independente / socialista soubesse pugnar por nova atitude, que o libertasse da mentira do "consulado de Nelson de Carvalho"...
Abrantes merecia isso mesmo.
Quanto aos outros candidatos, estando presentes, nada disseram.
O Abrantes Popular soube estar na defesa de Abrantes...
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sábado, 20 de junho de 2009
Filipe Lobo D'Avila é o cabeça de lista pelo circulo eleitoral de Santarém

Filipe Lobo d’ Ávila é o cabeça de lista pelo círculo de Santarém nas eleições Legislativas de 2009.
Nasceu em 1975, licenciado em Direito pela Universidade Católica de Lisboa, foi assessor jurídico do Private Banking do Banco Português de Investimento, S.A., tendo exercido funções no Ministério da Justiça entre 2002 e 2008.
Em Janeiro de 2004 foi nomeado director-geral do Ministério da Justiça, por despacho conjunto do Primeiro-Ministro e Ministra da Justiça (XV Governo Constitucional).
Em Maio de 2007 foi nomeado, por despacho conjunto do Primeiro-Ministro e Ministro da Justiça (XVII Governo Constitucional) director do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios do Ministério da Justiça.
É actualmente sócio da sociedade de advogados Abreu & Marques e Associados.
É igualmente membro da Comissão Executiva do CDS – Partido Popular
ETAR de Casais de Revelhos
Felizmente que a Candidatura Abrantes Popular, quer no Programa da Câmara, João Pico e Abílio Pombinho já estabeleceram essa prioridade com Adelino Venâncio e Paulo Grave, da lista à Junta de Freguesia, para eliminarem aquela ETAR, à entrada dos Casais de Revelhos, devendo os esgotos recolher noutra estação a sul da A-23.
Não é preciso ter nascido em Casais de Revelhos para se perceber quanto esta barbaridade bem podia ter sido evitada e há muito!
O ABRANTES POPULAR CUMPRE!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Reunião do Conselho Nacional
O Conselho Nacional do CDS-PP reune-se hoje em Almada para discutir e aprovar o nome dos cabeça-de-lista para as próximas eleições legislativas.
Irão ser também votadas cerca de 20 coligações autárquicas com o PSD e algumas com o PPM.
A reunião tem ainda em agenda a discussão e votação da alteração da designação e do símbolo do CDS-PP nos boletins de voto que segundo o Deputado Pedro Mota Soares é motivada pelo "facto de nos boletins de voto aparecer apenas Partido Popular a seguir ao símbolo tem suscitado dúvidas a eleitores na hora de votar".
A reunião do Conselho Nacional está marcada para as 20h30 na Pousada da Juventude de Almada.
Irão ser também votadas cerca de 20 coligações autárquicas com o PSD e algumas com o PPM.
A reunião tem ainda em agenda a discussão e votação da alteração da designação e do símbolo do CDS-PP nos boletins de voto que segundo o Deputado Pedro Mota Soares é motivada pelo "facto de nos boletins de voto aparecer apenas Partido Popular a seguir ao símbolo tem suscitado dúvidas a eleitores na hora de votar".
A reunião do Conselho Nacional está marcada para as 20h30 na Pousada da Juventude de Almada.
CDS-PP CONFRONTA GOVERNO COM MOÇÃO DE CENSURA PARA "APRESENTAR ALTERNATIVAS"
O CDS-PP confronta esta quarta-feira o Governo com uma moção de censura destinada a demonstrar “os erros próprios” do executivo e a “apresentar alternativas”, uma iniciativa que terá chumbo assegurado por parte da maioria socialista.
O vice-presidente da bancada parlamentar do CDS-PP e porta-voz dos democratas-cristãos, Pedro Mota Soares, justifica a apresentação da moção de censura com a necessidade “confrontar o Governo com os seus erros próprios” que são “erros de fundo não de forma” e “de conteúdo e não de comunicação”.
“O Governo escolheu uma política de grandes obras públicas em vez de estimular as pequenas e médias empresas e isso é um erro. O Governo escolheu retirar autoridade aos professores e hostilizá-los e isso foi um erro”, exemplificou.
Por outro lado, o objectivo do CDS-PP é apresentar “um caminho alternativo e diferente” quando faltam três meses para as eleições legislativas.
Essa ideia já tinha sido transmitida pelo líder do CDS-PP, Paulo Portas, que defendeu que a apresentação de um moção de censura no Parlamento se justifica para "dar voz à censura" que os portugueses expressaram nas urnas nas eleições europeias de 7 de Junho.
“As pessoas sabem o mal que estão e por isso censuraram o governo [nas eleições europeias]. O CDS deve marcar a diferença não apenas dizendo o que está mal mas o que faria de melhor e diferente, e aquilo que pode propor ao país agora que vai ser feita uma escolha responsável do ponto de vista do Governo”, afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas.
A anterior moção de censura apresentada pelo CDS-PP ao executivo socialista, em Junho passado, foi votada favoravelmente apenas pelos deputados democratas-cristãos, reunindo a abstenção das restantes bancadas da oposição e o voto contra da maioria absoluta do PS.
CDS com TSF
O vice-presidente da bancada parlamentar do CDS-PP e porta-voz dos democratas-cristãos, Pedro Mota Soares, justifica a apresentação da moção de censura com a necessidade “confrontar o Governo com os seus erros próprios” que são “erros de fundo não de forma” e “de conteúdo e não de comunicação”.
“O Governo escolheu uma política de grandes obras públicas em vez de estimular as pequenas e médias empresas e isso é um erro. O Governo escolheu retirar autoridade aos professores e hostilizá-los e isso foi um erro”, exemplificou.
Por outro lado, o objectivo do CDS-PP é apresentar “um caminho alternativo e diferente” quando faltam três meses para as eleições legislativas.
Essa ideia já tinha sido transmitida pelo líder do CDS-PP, Paulo Portas, que defendeu que a apresentação de um moção de censura no Parlamento se justifica para "dar voz à censura" que os portugueses expressaram nas urnas nas eleições europeias de 7 de Junho.
“As pessoas sabem o mal que estão e por isso censuraram o governo [nas eleições europeias]. O CDS deve marcar a diferença não apenas dizendo o que está mal mas o que faria de melhor e diferente, e aquilo que pode propor ao país agora que vai ser feita uma escolha responsável do ponto de vista do Governo”, afirmou o líder do CDS-PP, Paulo Portas.
A anterior moção de censura apresentada pelo CDS-PP ao executivo socialista, em Junho passado, foi votada favoravelmente apenas pelos deputados democratas-cristãos, reunindo a abstenção das restantes bancadas da oposição e o voto contra da maioria absoluta do PS.
CDS com TSF
TGV: CDS DIZ QUE DECISÃO NA PRÓXIMA LEGISLATURA É "PRIMEIRA VITÓRIA" DA MOÇÃO DE CENSURA
Diogo Feio saudou esta terça-feira, a decisão do Governo de remeter para a próxima legislatura uma posição final sobre o TGV, considerando que é “a primeira vitória” da moção de censura apresentada pelos democratas-cristãos.
“A comunicação que hoje é feita pelo Governo é a primeira vitória da moção de censura que apresentámos. Sempre dissemos que não estava em causa a legitimidade jurídica para tomar decisões, mas sim que o bom senso deveria imperar”, afirmou Diogo Feio.
O Líder da bancada centrista, frisou que o texto da moção de censura, que será discutida quarta-feira, alerta para a “circunstância de, politicamente, o Governo dever evitar tomadas de posição irreversíveis em matérias de grandes projectos”.
Sem questionar a legitimidade jurídica ou política do Governo, Diogo Feio frisou que o que está em causa “é o bom senso político”.
CDS
“A comunicação que hoje é feita pelo Governo é a primeira vitória da moção de censura que apresentámos. Sempre dissemos que não estava em causa a legitimidade jurídica para tomar decisões, mas sim que o bom senso deveria imperar”, afirmou Diogo Feio.
O Líder da bancada centrista, frisou que o texto da moção de censura, que será discutida quarta-feira, alerta para a “circunstância de, politicamente, o Governo dever evitar tomadas de posição irreversíveis em matérias de grandes projectos”.
Sem questionar a legitimidade jurídica ou política do Governo, Diogo Feio frisou que o que está em causa “é o bom senso político”.
CDS
segunda-feira, 15 de junho de 2009
CDS EXIGE QUE GOVERNO COLOQUE DE FACTO A FUNCIONAR O APOIO AO CRÉDITO AOS DESEMPREGADOS
O CDS-PP reclamou esta sexta-feira que o Governo coloque rapidamente a funcionar a linha de crédito para apoiar desempregados no empréstimo à habitação que, um mês após ter entrado em vigor, está ainda em fase de operacionalização.
Até ao momento, os bancos limitam-se a registar as declarações de interesse dos clientes.
O deputado do CDS-PP Pedro Mota Soares defendeu que o executivo deve “rapidamente protocolar com as instituições bancárias esta medida”.
Mota Soares recordou que no Orçamento de Estado para este ano “a grande medida anunciada foi um fundo imobiliário que pudesse ajudar as pessoas que estavam com maiores dificuldades económicas a manter a sua casa”, mas “até ao momento, não existe”, exigindo uma explicação de “como é que, passados seis meses, todas estas pessoas que precisavam de uma ajuda especial não a estão a receber”.
Quanto ao apoio ao pagamento do empréstimo à habitação, Mota Soares afirmou que a medida é “correcta”, porque “ajuda de alguma forma quem está a sofrer maiores dificuldades num custo muito importante para poder manter a casa”.
“Hoje descobrimos que não há um único caso de um desempregado que esteja a receber esta prestação bonificada, única e exclusivamente porque o Governo, através do ministério das Finanças e da Direcção-Geral do Tesouro, ainda não protocolou com as instituições bancárias o que tem de fazer”, criticou o deputado democrata-cristão.
“O ano já vai a meio, é um ano de enormes dificuldades para os portugueses, o desemprego continua a subir, e esta medida de apoio social a estas pessoas não está em vigor, excepto nas palavras do primeiro-ministro e no papel do governo”, lamentou Mota Soares.
A medida, anunciada no Parlamento a 18 de Março, entrou em vigor dia 13 de Maio após a publicação em Diário da República de um Decreto-Lei relativo a esta medida extraordinária, decidida pelo Governo para ajudar os portugueses desempregados que não consigam suportar os encargos com os créditos que contraíram para comprar casa.
CDS com DD
Até ao momento, os bancos limitam-se a registar as declarações de interesse dos clientes.
O deputado do CDS-PP Pedro Mota Soares defendeu que o executivo deve “rapidamente protocolar com as instituições bancárias esta medida”.
Mota Soares recordou que no Orçamento de Estado para este ano “a grande medida anunciada foi um fundo imobiliário que pudesse ajudar as pessoas que estavam com maiores dificuldades económicas a manter a sua casa”, mas “até ao momento, não existe”, exigindo uma explicação de “como é que, passados seis meses, todas estas pessoas que precisavam de uma ajuda especial não a estão a receber”.
Quanto ao apoio ao pagamento do empréstimo à habitação, Mota Soares afirmou que a medida é “correcta”, porque “ajuda de alguma forma quem está a sofrer maiores dificuldades num custo muito importante para poder manter a casa”.
“Hoje descobrimos que não há um único caso de um desempregado que esteja a receber esta prestação bonificada, única e exclusivamente porque o Governo, através do ministério das Finanças e da Direcção-Geral do Tesouro, ainda não protocolou com as instituições bancárias o que tem de fazer”, criticou o deputado democrata-cristão.
“O ano já vai a meio, é um ano de enormes dificuldades para os portugueses, o desemprego continua a subir, e esta medida de apoio social a estas pessoas não está em vigor, excepto nas palavras do primeiro-ministro e no papel do governo”, lamentou Mota Soares.
A medida, anunciada no Parlamento a 18 de Março, entrou em vigor dia 13 de Maio após a publicação em Diário da República de um Decreto-Lei relativo a esta medida extraordinária, decidida pelo Governo para ajudar os portugueses desempregados que não consigam suportar os encargos com os créditos que contraíram para comprar casa.
CDS com DD
SAÚDE: CDS ACUSA MINISTRA ANA JORGE DE "PRECONCEITO IDEOLÓGICO CONTRA AS MISERICÓRDIAS"
O CDS-PP acusou este Sábado a ministra da Saúde, Ana Jorge, de ter um “preconceito ideológico contra as misericórdias”, criticando-a por “se recusar a utilizar os recursos e capacidades instaladas” para cuidados continuados disponibilizadas por essas instituições.
“O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) veio pôr o dedo na ferida, porque apesar das misericórdias terem uma capacidade instalada de duas mil camas, e um enquadramento logístico e técnico de médicos, de enfermeiros e de auxiliares, essas camas têm uma taxa de ocupação de 70 ou 80 por cento”, considera a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.
Na opinião da deputada democrata-cristã, a taxa de ocupação das misericórdias na prestação de cuidados continuados “devia ser maior face às necessidades que existem” e o facto de o Estado “não reencaminhar os doentes” está a prejudicar financeiramente as instituições.
“O Estado celebra acordos com as misericórdias, elas assumem esse compromisso mas depois o Ministério da Saúde não reencaminha os doentes. Isto é um contra-senso quando a ministra e o primeiro-ministro se desdobram em inaugurações”, criticou a dirigente centrista, frisando que as instituições “gastam dinheiro em equipamento técnico e em pessoal especializado” mas “só recebem” retorno financeiro do Estado pela “ocupação efectiva” de camas.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou que “o preconceito ideológico da ministra da Saúde está a prejudicar os doentes” e deu como exemplo o caso das operações às cataratas, para que, no ano passado, algumas autarquias levaram munícipes a Cuba para serem submetidos a uma cirurgia.
“Nas operações às cataratas as misericórdias tinham capacidade e meios para prestar apoio na área da oftalmologia e a ministra preferiu desembolsar mais de 20 milhões de euros para um sistema de recuperação no próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), em intervenções cirúrgicas que demoram 15 ou 20 minutos”, observou a deputada do CDS-PP.
Segundo Teresa Caeiro, nessa altura existiam “32 mil pessoas a aguardar [a operação] e 107 mil à espera de uma primeira consulta de especialidade em oftalmologia”, quando as “misericórdias tinham capacidade para fazer 3 mil cirurgias por mês”.
“Mesmo assim, a ministra não quis utilizar essa capacidade instalada, insistindo que as cirurgias tivessem de ser todas feitas nos hospitais públicos”, referiu a deputada democrata-cristã.
“A forma como o Governo tem encarado este problema é uma ilusão que está a penalizar muitíssimo as misericórdias e quando sabemos que as carências são enormes, penso que esta [a das misericórdias] é uma resposta fundamental e importantíssima”, concluiu.
CDS com DD
“O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP) veio pôr o dedo na ferida, porque apesar das misericórdias terem uma capacidade instalada de duas mil camas, e um enquadramento logístico e técnico de médicos, de enfermeiros e de auxiliares, essas camas têm uma taxa de ocupação de 70 ou 80 por cento”, considera a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro.
Na opinião da deputada democrata-cristã, a taxa de ocupação das misericórdias na prestação de cuidados continuados “devia ser maior face às necessidades que existem” e o facto de o Estado “não reencaminhar os doentes” está a prejudicar financeiramente as instituições.
“O Estado celebra acordos com as misericórdias, elas assumem esse compromisso mas depois o Ministério da Saúde não reencaminha os doentes. Isto é um contra-senso quando a ministra e o primeiro-ministro se desdobram em inaugurações”, criticou a dirigente centrista, frisando que as instituições “gastam dinheiro em equipamento técnico e em pessoal especializado” mas “só recebem” retorno financeiro do Estado pela “ocupação efectiva” de camas.
A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro afirmou que “o preconceito ideológico da ministra da Saúde está a prejudicar os doentes” e deu como exemplo o caso das operações às cataratas, para que, no ano passado, algumas autarquias levaram munícipes a Cuba para serem submetidos a uma cirurgia.
“Nas operações às cataratas as misericórdias tinham capacidade e meios para prestar apoio na área da oftalmologia e a ministra preferiu desembolsar mais de 20 milhões de euros para um sistema de recuperação no próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), em intervenções cirúrgicas que demoram 15 ou 20 minutos”, observou a deputada do CDS-PP.
Segundo Teresa Caeiro, nessa altura existiam “32 mil pessoas a aguardar [a operação] e 107 mil à espera de uma primeira consulta de especialidade em oftalmologia”, quando as “misericórdias tinham capacidade para fazer 3 mil cirurgias por mês”.
“Mesmo assim, a ministra não quis utilizar essa capacidade instalada, insistindo que as cirurgias tivessem de ser todas feitas nos hospitais públicos”, referiu a deputada democrata-cristã.
“A forma como o Governo tem encarado este problema é uma ilusão que está a penalizar muitíssimo as misericórdias e quando sabemos que as carências são enormes, penso que esta [a das misericórdias] é uma resposta fundamental e importantíssima”, concluiu.
CDS com DD
CDS-PP diz que recondução de Barroso não deve ser "arma de arremesso" entre partidos
Lisboa, 15 Jun (Lusa) - O CDS-PP manifestou hoje o seu apoio à recondução de José Manuel Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia, defendendo que a questão não deve constituir "matéria de arremeso entre partidos ou entre políticos" nacionais.
"Em relação à questão das instituições, Portugal tem vantagem em ter uma voz única, coerente, coordenada e nacional favorável à recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia e isso não deve constituir matéria de arremesso entre partidos ou entre políticos portugueses. Seria pouco compreensível que bastantes primeiros-ministros europeus de outros países apoiem a reeleição e nós portugueses perdêssemos tempo a dividirmo-nos sobre essa matéria", disse o líder democrata-cristão, Paulo Portas.
O presidente do CDS-PP, que falava à saída de uma audiência com o primeiro-ministro, José Sócrates, no âmbito da preparação do Conselho Europeu de 18 e 19 de Junho, manifestou ainda esperança que o "não" irlandês ao Tratado de Lisboa seja ultrapassado em nova consulta popular mas que exista um "respeito absoluto" pelo desfecho do auscultação.
(visão)
"Em relação à questão das instituições, Portugal tem vantagem em ter uma voz única, coerente, coordenada e nacional favorável à recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia e isso não deve constituir matéria de arremesso entre partidos ou entre políticos portugueses. Seria pouco compreensível que bastantes primeiros-ministros europeus de outros países apoiem a reeleição e nós portugueses perdêssemos tempo a dividirmo-nos sobre essa matéria", disse o líder democrata-cristão, Paulo Portas.
O presidente do CDS-PP, que falava à saída de uma audiência com o primeiro-ministro, José Sócrates, no âmbito da preparação do Conselho Europeu de 18 e 19 de Junho, manifestou ainda esperança que o "não" irlandês ao Tratado de Lisboa seja ultrapassado em nova consulta popular mas que exista um "respeito absoluto" pelo desfecho do auscultação.
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